Conta a lenda que, antigamente, morava em um vilarejo um menino muito guloso. Tudo que via, queria comer, e a gula era tanta, a pressa de comer era tamanha, que ele tinha costume de engolir a comida sem mastigá-la.
Uma vez sua mãe encontrou frutos de batoí e assou-os na cinzas.
O filho, sem querer esperar, comeu todos os frutos, tirando-os diretamente do fogo e, como sempre, engoliu-os sem pestanejar.
Os frutos do batoí são frutos cuja polpa viscosa se mantém quentíssima por muito tempo. Comendo-os tão quentes, sapecaram-lhe a garganta, de forma que doía muito e queimavam-lhe o estomago.
O menino, tentando vomitar os frutos comidos, começou a fazer força para expulsá-los. Arranhando a garganta gruindo crá-crá-crá, mas os frutos não saíam... e entalaram na garganta sufocando-o.
No mesmo momento, cresceram-lhe as asas e as penas e ele tornou-se um papagaio .Voou para longe. Até hoje pode-se ouvi-lo vagando pelas matas do lugar; voando e gritando ´crá -crá-crá´!
Digitado por Ane e Gabrieli
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Narciso
UM dia um homem chamado Narciso estava andando pela floresta e depois de algumas horas de caminhada, ele encontrou uma mulher muda que só repetia
as últimas sílabas das palavras e o nome dela era eco.
E ele disse:
Quem é você?
Você ! -disse Eco.
Apareça agora sua tola !
Tola! -disse Eco, saindo correndo envergonhada.
Ele disse.
Nunca irei me apaixonar.
Narciso estava com sede e foi em direção ao lago chegando lá viu seu reflexo e se apaixonou na mesma hora. Eros atirou uma flecha que foi direto ao seu coração. Depois de muitos dias, apaixonado pelo seu próprio reflexo, ele morreu la mesmo.
Eco vendo Narciso morto ficou chorando ao lado dele então cansada dormiu.
No dia seguinte quando acordou viu que Narciso não estava mais lá, mas em seu lugar havia uma flor.
Reescrita da lenda- Bruno Henrique Pereira Camilo
as últimas sílabas das palavras e o nome dela era eco.
E ele disse:
Quem é você?
Você ! -disse Eco.
Apareça agora sua tola !
Tola! -disse Eco, saindo correndo envergonhada.
Ele disse.
Nunca irei me apaixonar.
Narciso estava com sede e foi em direção ao lago chegando lá viu seu reflexo e se apaixonou na mesma hora. Eros atirou uma flecha que foi direto ao seu coração. Depois de muitos dias, apaixonado pelo seu próprio reflexo, ele morreu la mesmo.
Eco vendo Narciso morto ficou chorando ao lado dele então cansada dormiu.
No dia seguinte quando acordou viu que Narciso não estava mais lá, mas em seu lugar havia uma flor.
Reescrita da lenda- Bruno Henrique Pereira Camilo
Santo Tomás e o boi que voava
Um dia na igreja São Domingos um frade estava sentado em sua cela quando um frade folgazão falou:
Vinde ver irmão Tomás, um boi voando!
Irmão Tomás saiu para fora e colocou a mão no olho e olhou para o céus procurando o boi que voava o frade folgazão se desmanchando de rir falou:
Ah tanta, fé irmão Tomás a crer que um boi voava?
Prefiro acreditar que um boi pudesse voar do que acreditar que um frade pudesse mentir.
Maria Rita- 5º ano A
Vinde ver irmão Tomás, um boi voando!
Irmão Tomás saiu para fora e colocou a mão no olho e olhou para o céus procurando o boi que voava o frade folgazão se desmanchando de rir falou:
Ah tanta, fé irmão Tomás a crer que um boi voava?
Prefiro acreditar que um boi pudesse voar do que acreditar que um frade pudesse mentir.
Maria Rita- 5º ano A
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Os Diamantes
Segundo a lenda, um casal de índios vivia, juntamente com sua tribo, à beira de um rio da região Centro-Oeste. Ele, um guerreiro poderoso e valente, chamava-se Itagibá, que significa "braço forte". Ela, uma jovem e bela moça, tinha o nome de Potira, que quer dizer "flor". Viviam os dois muito felizes, quando sua tribo foi atacada por outros selvagens da vizinhança. Começou a guerra e Itagibá teve que acompanhar os outros guerreiros que iam lutar contra o inimigo. Quando se despediram, Potira não deixou cair uma só lágrima, mas seguiu, com o olhar muito triste, o marido que se afastava em sua canoa que descia o rio. Todos os dias, Potira, com muita saudade, ia para a margem do rio, esperar o esposo. Passou-se muito tempo. Quando os guerreiros da tribo regressaram à sua taba, Itagibá não estava entre eles. Potira soube, então, que seu marido morreu lutando bravamente. Ao receber essa notícia, a jovem índia chorou muito. E passou o resto da vida a chorar. Tupã, o deus dos indíos, ficou com dó e transformou as lágrimas de Potira em diamantes, que se misturaram com a areia do rio. É por isso, dizem, que os diamantes são encontrados entre os cascalhos e areias do rio. Os diamantes são as lágrimas de saudade e de amor da índia Potira.
A Lenda do Guaraná
Um casal de índios pertencente a tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos mas desejavam muito ser pais. Um dia eles pediram a Tupã para dar a eles uma criança para completar aquela felicidade. Tupã , o rei dos deuses, sabendo que o casal era cheio de bondade, lhes atendeu o desejo trazendo a eles um lindo menino.
O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom.
No entanto, Jurupari , o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia , e decidiu ceifar aquela vida em flor.
Um dia , o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente.
A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos.
Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino.
Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com um arilo em seu redor, imitando os olhos humanos.
(Lenda indígena )
O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom.
No entanto, Jurupari , o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia , e decidiu ceifar aquela vida em flor.
Um dia , o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente.
A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos.
Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino.
Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com um arilo em seu redor, imitando os olhos humanos.
(Lenda indígena )
quarta-feira, 23 de março de 2011
LEITURA DE MUNDO
"A leitura do mundo precede a leitura da palavra (...) A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe -, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como mundo de minhas primeiras leituras. Os "textos", as palavras", as "letras" daquele contexto (...) se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo no meu trato com eles nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais. (...) A decifração da palavra fluía naturalmente da "leitura" do mundo particular. (...) Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. "O chão foi meu quadro-negro; gravetos, o meu giz". (FREIRE, 1988 , 11)
BLOG:Leitura e Escrita
O BLOG é um dos muitos caminhos que a informática educativa possibilita aos educadores para dinamizar as suas aulas e proporcionar novos caminhos de aprendizagem para seus alunos, uma ferramenta que tem o potencial de reinventar o trabalho pedagógico.
Assinar:
Postagens (Atom)