Conta a lenda que um indígena da aldeia de Guaraíra, em momento de muita loucura, esqueceu dos castigos que recebia e
assassinou uma criança e comeu .
A aldeia e os parentes daquela criança reagiram rápido. A família da pequena vítima queria que tomassem providências para terminar com as tradições da aldeia, que recomeçara, ameaçando os brancos da cultura europeia .
O superior da missão não pode omitir na circunstância, e sem usar a violência, seguindo as normas da aldeia adotada nos meados da catequese dos discípulos de um santo chamado Santo Inácio . Exigiram do tal índio, cheio das carnes daquela, pequena
vitima que, ficasse dentro da água até que o chamassem .
Lá, ficou o índio, mas quando os outros índios foram procurar ninguém o achou .
No mesmo instante começou aparecer um peixe boi naquela
pequena lagoa .Na noite seguinte ouvia, subindo nas águas salgadas da pequena lagoa, um gemido muito estranho e assustador que tremia toda água .
Aquela punição duraria anos .Os pescadores iam na lagoa pescar e iam embora com as redes secas e sem nenhum peixe. Antes dos pescadores lançarem as redes o peixe-boi passava rio abaixo e subia com o gemido assustador e horripilante, como se o índio estivesse se afogando. Os gemidos eram angustiantes de dar muito medo em qualquer um, sempre nas noites de luar.
E quando a lua se erguia, via-se no reflexo da lua o peixe boi vagando.
O pior era a incerteza. O peixe-boi que aparecia todas as noites está lá no Borquei. Outro, no rio das Capivaras. Na Barra do Tibau, em especial, os urros vinham aos ouvidos tremendamente horríveis, pavorosos e horripilante. Singular destino dessa lagoa .Quando menos se espera o mar devolve para a terra .Depois do retorno. Tudo é um mistério muito grande .Em Tibau do Sul, Rio Grande do Norte, na Lagoa das Guaraíras.
Reescrita de lenda
Giovana Z. Olivo. 5ºanoB♥
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Santo Tomás e o boi que voava
Há muito tempo, na Ordem de São Domingos, estava Santo Tomas de Aquino
na sua cela. Quando de repente um frade brincalhão exclamou:
—Irmão Tomás venha ver um boi voando!
Santo Tomás, saiu tranquilamente até o pátio do mosteiro e começou a procurar pelo boi voador.
—Ora irmão Tomás acredita mesm que um boi pode voar?
—E por que não ? Prefiro acreditar que um boi pode voar a acreditar que um religioso pode mentir.
Reescrita de lenda
Mayron – 5 anoB
na sua cela. Quando de repente um frade brincalhão exclamou:
—Irmão Tomás venha ver um boi voando!
Santo Tomás, saiu tranquilamente até o pátio do mosteiro e começou a procurar pelo boi voador.
—Ora irmão Tomás acredita mesm que um boi pode voar?
—E por que não ? Prefiro acreditar que um boi pode voar a acreditar que um religioso pode mentir.
Reescrita de lenda
Mayron – 5 anoB
O negrinho do pastoreiro
O negrinho do pastoreiro
Conta a lenda que no tempo dos escravos um estancieiro malvado levava todas as desobediências de seus escravos no relho, naquela época era tudo um fim de mundo e o estancieiro fazia o que ele queria.
O estancieiro tinha muitos escravos entre os escravos havia um negrinho, que era encarregado
de pastorear alguns animais, coisa que era muito comum naquele tempo .
Pois de um feito,o coitado do negrinho que já era um dos mais judiados pelo estancieiro, perdeu os animais e apanhou tanto por isso.
Depois saiu a procura dos animais perdidos anoitecendo o negrinho pegou um toquinho de vela e uns avios de fogo com fumo e saiu campeando .
O toquinho acabou e o dia veio chegando e ele teve que voltar a estancia .
Então, ele foi colocado de novo no palanque apanhou tanto que morreu ou parecia ter morrido .Antes do estancieiro ir embora mandou abrir a panela de um formigueiro e mandou atirar dentro de qualquer jeito o pequeno corpo do negrinho banhado em sangue .
No outro dia de manhã o estancieiro foi com os escravos ver o formigueiro
Quando abriram a tampa do formigueiro o estancieiro ficou assustado ao ver o negrinho , que estava la de pé com a pele lisa sem nenhuma mancha das chicoteadas. Ao lado dele estava Virgem Nossa Senhora e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro pediu desculpas ao negrinho, que nada respondeu.
O estancieiro apenas beijou a mão da Santa. O negrinho montou no baio e saiu com os outros cavalos desde então, o negrinho do pastoreiro ficou sendo chamado para ajudar a achar coisas perdidas. E não cobra muito .É só acender um toquinho de vela, ou atirar num canto qualquer naco de fumo.
Reescrita de lenda
aluno vinicius 5 ano B
,
Conta a lenda que no tempo dos escravos um estancieiro malvado levava todas as desobediências de seus escravos no relho, naquela época era tudo um fim de mundo e o estancieiro fazia o que ele queria.
O estancieiro tinha muitos escravos entre os escravos havia um negrinho, que era encarregado
de pastorear alguns animais, coisa que era muito comum naquele tempo .
Pois de um feito,o coitado do negrinho que já era um dos mais judiados pelo estancieiro, perdeu os animais e apanhou tanto por isso.
Depois saiu a procura dos animais perdidos anoitecendo o negrinho pegou um toquinho de vela e uns avios de fogo com fumo e saiu campeando .
O toquinho acabou e o dia veio chegando e ele teve que voltar a estancia .
Então, ele foi colocado de novo no palanque apanhou tanto que morreu ou parecia ter morrido .Antes do estancieiro ir embora mandou abrir a panela de um formigueiro e mandou atirar dentro de qualquer jeito o pequeno corpo do negrinho banhado em sangue .
No outro dia de manhã o estancieiro foi com os escravos ver o formigueiro
Quando abriram a tampa do formigueiro o estancieiro ficou assustado ao ver o negrinho , que estava la de pé com a pele lisa sem nenhuma mancha das chicoteadas. Ao lado dele estava Virgem Nossa Senhora e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro pediu desculpas ao negrinho, que nada respondeu.
O estancieiro apenas beijou a mão da Santa. O negrinho montou no baio e saiu com os outros cavalos desde então, o negrinho do pastoreiro ficou sendo chamado para ajudar a achar coisas perdidas. E não cobra muito .É só acender um toquinho de vela, ou atirar num canto qualquer naco de fumo.
Reescrita de lenda
aluno vinicius 5 ano B
,
O roubo do fogo (Antonieta Dias de Moraes)
Há muito tempo atrás, a terra era de todos, mas o fogo, não. O fogo possuía um dono. O dono do fogo era o Urubu. Para o Urubu não esfriar, ele o trazia sempre escondido debaixo das asas.
Baíra, observando que naquele tempo os índios secavam os alimentos ao sol, então resolveu este
roubar o fogo para que eles pudessem cozer sua comida.
Baíra era muito inteligente. Sabia muitas coisas. Falavam que foi ele que ensinou os Parintintim
a caçar passarinhos com visgo … Os ensinou a pescar com sangab, uma espécie de peixe fingido, para retirar os peixes de verdade. Baíra ensinou várias coisas á eles.
Certo dia, ele falou:
―Por que o fogo tem que ter dono? O fogo deve ser de todos! A água tem dono? Não tem. O sol tem dono? Não tem. A terra tem dono? Não tem. E as plantas tem dono? Não tem. Então por que o fogo há de ter dono? Não pode,o fogo tem que ser de todos.
Planejou o que ele faria para roubar o fogo do Urubu. Entrou no mato, se cobriu de folhas e de cupins, depois se deitou no chão, sem se mexer. Fingiu-se de morto.
Dali a pouco ouviu um zumbido: zum-zum-zum... Era a mosca azul, zumbiu, zumbiu deu muitas voltas ao redor do morto fingido, imaginando que ele fosse um morto de verdade. Em seguida saiu na disparada para o céu .
Naquele tempo, morava no céu o dono do fogo.
O Urubu veio logo, não perdeu tempo, trouxe o fogo debaixo das asas, amigos e familiares o acompanhavam. Segundo os índios, na época, Urubu era como gente tinha mãos e tudo. Mesmo morando no céu, comia carniça como hoje. Por ter mãos preparava o Moquém, uma grelha feita de varas que servia para assar e defumar a carne e o peixe.
Ele preparou o Moquém e colocou o fogo embaixo. Soprou, soprou e o fogo bastante vermelho, muito quente. Baíra não mexia-se, porém abria um dos olhos e espiava, espiava,
para aprender a mexer com o fogo. Quando estava aceso Urubu chamou os filhos para olharem o fogo.
De repente Baíra mexeu-se, sem querer. Os filhos de Urubu olharam o fogo e avisaram:
―Papai o homem se mexeu!
Urubu não acreditou. Para que não incomodassem, mandou os filhos caçarem moscas azuis,
com as flechinhas que havia lhes dado. Os pequenos se distraíram, caçando moscas, e esqueceram o fogo.
Vendo sob o moquém as labaredas bem avermelhada, Baíra se levantou, de repente, e roubou o fogo. Na mesma hora ele fugiu. Urubu, ao ver aquilo, avisou sua gente. Foram todos juntos a procura do ladrão. Baíra escondeu-se no oco de uma árvore, Urubu e sua gente meteram-se também no oco do pau, para escapulir, Baíra saiu pelo outro lado e entrou em um matagal que havia por perto.
Urubu quis adentrar pelo mato, mas fracassou, devido as asas que o atrapalhava. Foi desta forma que Baíra pode fugir e encontrar a margem de um rio muito largo.Do lado de lá estava todo o seu povo, a tribo dos Parintintins, mas o rio era tão largo que ele não podia atravessar.
Queria entregar o fogo mas o rio o separava. Chamou a cobra surradeira, uma espécie de cobra que corre muito, e falou:
―Aqui está o fogo. É necessário levá-lo para minha gente que fica do outro lado do rio. Vá rápido, para que o fogo não apague.
Colocou o fogo aceso nas costas da surradeira, e ordenou que levasse através da água. A cobra, ouvindo a ordem de Baíra, partiu rápido, mas infelizmente não chegou ao lado oposto.
Baíra puxou o fogo com uma vara, que tinha a ponta em gancho, e chamou o camarão. Colocou o fogo em suas costas, ordenando que o levasse para sua gente, do lado oposto do rio. O camarão chegou até o meio do rio, mas, não suportando o calor, virou camarão cozido e ficou vermelho, e assim é até hoje.
Baíra puxou o fogo com a vara novamente, e chamou o caranguejo. Pois o fogo em suas costas, dizendo para levar o fogo a sua gente, do outro lado do rio. Depois, disse de si para si:
“O caranguejo, sim, é que vai levar o fogo para meu povo”.
Mas o caranguejo não suportou o calor e, chegando ao meio do rio, ficou todo vermelho como é até hoje.
Baíra não desistiu. Puxou o fogo para si e colocou as costas de uma saracura.
―Vou levar o fogo a sua gente do outro lado do rio-prometeu a ave ao grande herói.
Partiu em disparada,quasesem roçar a água,mas não teve tempo de alcançar o outro lado. Nem sentiu o calor do fogo nas costas ,começou a gritar:
―Não pode !socorro!socorro!
Baíra pegou o fogo e chamou o sapo-cururu. Este pegou o fogo e...pula-que-pula,nada-que-nada foi levando-o para os parintintim,que aguardaram a margem oposta . Chegou pertinho,mais estava exausto,não conseguia sair da água . Os índios levaram-no para a terra,e pegaram o fogo.
Feito isso,Baíra apertou o rio e fê-lo estreitar-se como um riacho. Deu um salto e chegou a margem oposta facilmente. Encontrou o seu povo,que festejou a façanha do herói durante uma semana,com festas e danças.
A partir daquele dia ,graças a Baíra os Parintins conheceram o fogo. Puderam assar o peixe e a caça moquém.
Cururu o sapo por ter levado o fogo virou o pajé. Por isso é chamado “ladrão do fogo”,e pode comer o foguinho dos vaga-lumes sem se quer se queimar.
Mas,quando faz frio,não há fogo que o aqueça. Aí,ele se recorda do fogo de verdade,e conta assim:
“― Sapo-cururu na beira do rio,quando o sapo canta,cururu tem frio”...
Reescrita de Lenda
Isabelly -5 Ano A
Baíra, observando que naquele tempo os índios secavam os alimentos ao sol, então resolveu este
roubar o fogo para que eles pudessem cozer sua comida.
Baíra era muito inteligente. Sabia muitas coisas. Falavam que foi ele que ensinou os Parintintim
a caçar passarinhos com visgo … Os ensinou a pescar com sangab, uma espécie de peixe fingido, para retirar os peixes de verdade. Baíra ensinou várias coisas á eles.
Certo dia, ele falou:
―Por que o fogo tem que ter dono? O fogo deve ser de todos! A água tem dono? Não tem. O sol tem dono? Não tem. A terra tem dono? Não tem. E as plantas tem dono? Não tem. Então por que o fogo há de ter dono? Não pode,o fogo tem que ser de todos.
Planejou o que ele faria para roubar o fogo do Urubu. Entrou no mato, se cobriu de folhas e de cupins, depois se deitou no chão, sem se mexer. Fingiu-se de morto.
Dali a pouco ouviu um zumbido: zum-zum-zum... Era a mosca azul, zumbiu, zumbiu deu muitas voltas ao redor do morto fingido, imaginando que ele fosse um morto de verdade. Em seguida saiu na disparada para o céu .
Naquele tempo, morava no céu o dono do fogo.
O Urubu veio logo, não perdeu tempo, trouxe o fogo debaixo das asas, amigos e familiares o acompanhavam. Segundo os índios, na época, Urubu era como gente tinha mãos e tudo. Mesmo morando no céu, comia carniça como hoje. Por ter mãos preparava o Moquém, uma grelha feita de varas que servia para assar e defumar a carne e o peixe.
Ele preparou o Moquém e colocou o fogo embaixo. Soprou, soprou e o fogo bastante vermelho, muito quente. Baíra não mexia-se, porém abria um dos olhos e espiava, espiava,
para aprender a mexer com o fogo. Quando estava aceso Urubu chamou os filhos para olharem o fogo.
De repente Baíra mexeu-se, sem querer. Os filhos de Urubu olharam o fogo e avisaram:
―Papai o homem se mexeu!
Urubu não acreditou. Para que não incomodassem, mandou os filhos caçarem moscas azuis,
com as flechinhas que havia lhes dado. Os pequenos se distraíram, caçando moscas, e esqueceram o fogo.
Vendo sob o moquém as labaredas bem avermelhada, Baíra se levantou, de repente, e roubou o fogo. Na mesma hora ele fugiu. Urubu, ao ver aquilo, avisou sua gente. Foram todos juntos a procura do ladrão. Baíra escondeu-se no oco de uma árvore, Urubu e sua gente meteram-se também no oco do pau, para escapulir, Baíra saiu pelo outro lado e entrou em um matagal que havia por perto.
Urubu quis adentrar pelo mato, mas fracassou, devido as asas que o atrapalhava. Foi desta forma que Baíra pode fugir e encontrar a margem de um rio muito largo.Do lado de lá estava todo o seu povo, a tribo dos Parintintins, mas o rio era tão largo que ele não podia atravessar.
Queria entregar o fogo mas o rio o separava. Chamou a cobra surradeira, uma espécie de cobra que corre muito, e falou:
―Aqui está o fogo. É necessário levá-lo para minha gente que fica do outro lado do rio. Vá rápido, para que o fogo não apague.
Colocou o fogo aceso nas costas da surradeira, e ordenou que levasse através da água. A cobra, ouvindo a ordem de Baíra, partiu rápido, mas infelizmente não chegou ao lado oposto.
Baíra puxou o fogo com uma vara, que tinha a ponta em gancho, e chamou o camarão. Colocou o fogo em suas costas, ordenando que o levasse para sua gente, do lado oposto do rio. O camarão chegou até o meio do rio, mas, não suportando o calor, virou camarão cozido e ficou vermelho, e assim é até hoje.
Baíra puxou o fogo com a vara novamente, e chamou o caranguejo. Pois o fogo em suas costas, dizendo para levar o fogo a sua gente, do outro lado do rio. Depois, disse de si para si:
“O caranguejo, sim, é que vai levar o fogo para meu povo”.
Mas o caranguejo não suportou o calor e, chegando ao meio do rio, ficou todo vermelho como é até hoje.
Baíra não desistiu. Puxou o fogo para si e colocou as costas de uma saracura.
―Vou levar o fogo a sua gente do outro lado do rio-prometeu a ave ao grande herói.
Partiu em disparada,quasesem roçar a água,mas não teve tempo de alcançar o outro lado. Nem sentiu o calor do fogo nas costas ,começou a gritar:
―Não pode !socorro!socorro!
Baíra pegou o fogo e chamou o sapo-cururu. Este pegou o fogo e...pula-que-pula,nada-que-nada foi levando-o para os parintintim,que aguardaram a margem oposta . Chegou pertinho,mais estava exausto,não conseguia sair da água . Os índios levaram-no para a terra,e pegaram o fogo.
Feito isso,Baíra apertou o rio e fê-lo estreitar-se como um riacho. Deu um salto e chegou a margem oposta facilmente. Encontrou o seu povo,que festejou a façanha do herói durante uma semana,com festas e danças.
A partir daquele dia ,graças a Baíra os Parintins conheceram o fogo. Puderam assar o peixe e a caça moquém.
Cururu o sapo por ter levado o fogo virou o pajé. Por isso é chamado “ladrão do fogo”,e pode comer o foguinho dos vaga-lumes sem se quer se queimar.
Mas,quando faz frio,não há fogo que o aqueça. Aí,ele se recorda do fogo de verdade,e conta assim:
“― Sapo-cururu na beira do rio,quando o sapo canta,cururu tem frio”...
Reescrita de Lenda
Isabelly -5 Ano A
A lenda da melancia
Conta a lenda, que uma jovem índia da tribo Tupi,estava em busca de solucionar o problema da aldeia.
Em sua aldeia estavam passando necessidades por falta de água, devido a uma maldição lançada por Tupã.
A tribo tupi, não ajudava as outras aldeia e como castigo Tupã tirou-lhes a água
A jovem índia de nome Acianlme, era filha do cacique.
Ela era uma jovem guerreira, de olhos e cabelos negros, a boca vermelha e carnuda.
Acianlme, tinha o coração puro e não aceitava ver o seu povo sofrer.
Certa noite, Acianlme arrumou seu arco e flecha, pintou o seu corpo e saiu decidida a encontrar água.
Em meio á escuridão,ela ouvia o barulho das águas.
A jovem índia se animou e acelerou seus passos ,sem perceber pisou na cobra que era a guardiã das águas .Acianlme, mesmo ferida, enviou uma mensagem ao cacique, por meio de uma linda arara .
Ao perceber a aflição da arara, o Cacique ordenou que os guerreiros a seguissem.
Ao chegarem próximos do local, onde estavam as coisas de Acianlme, encontraram ramos verdes, com folhas e grandes frutos.
Deram-lhe o nome de melancia, ao abrirem o fruto e perceberem que era suculento e continha a água, que a jovem guerreira procurava.
Escrita coletiva de uma lenda- 5 ano A
Em sua aldeia estavam passando necessidades por falta de água, devido a uma maldição lançada por Tupã.
A tribo tupi, não ajudava as outras aldeia e como castigo Tupã tirou-lhes a água
A jovem índia de nome Acianlme, era filha do cacique.
Ela era uma jovem guerreira, de olhos e cabelos negros, a boca vermelha e carnuda.
Acianlme, tinha o coração puro e não aceitava ver o seu povo sofrer.
Certa noite, Acianlme arrumou seu arco e flecha, pintou o seu corpo e saiu decidida a encontrar água.
Em meio á escuridão,ela ouvia o barulho das águas.
A jovem índia se animou e acelerou seus passos ,sem perceber pisou na cobra que era a guardiã das águas .Acianlme, mesmo ferida, enviou uma mensagem ao cacique, por meio de uma linda arara .
Ao perceber a aflição da arara, o Cacique ordenou que os guerreiros a seguissem.
Ao chegarem próximos do local, onde estavam as coisas de Acianlme, encontraram ramos verdes, com folhas e grandes frutos.
Deram-lhe o nome de melancia, ao abrirem o fruto e perceberem que era suculento e continha a água, que a jovem guerreira procurava.
Escrita coletiva de uma lenda- 5 ano A
COMO SURGIU A NOITE
Lenda indígena
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giácomo.
Ilustrações de Heinz Budwig .
Edições Melhoramentos .
São Paulo, 1974.
No princípio, a noite ficava escondida no fundo das águas.
Então era sempre dia. Ainda não tinha animais.
A filha da Cobra Grande queria se casar. Ela queria iluminar o casamento com uma fogueira .
Então pediu para o noivo buscar a noite com o pai, no meio do rio.
Saíram três índios em busca do caroço de tucumã .
Assim foi, os índios pegaram o caroço e a Cobra Grande disse que não era para abrirem no caminho.
Os três índios muito curiosos, ao ouvirem barulhos que vinham do caroço, não resistiram e abriram.
Tudo ficou no escuro.
Em um piscar de olhos,as coisas se transformaram em animais e aves na mata e em peixes no rio.
O casamento saiu como a índia queria.
Depois de um tempo,a filha da Cobra Grande, viu a estrela d'alva e separou a noite do dia formando a madrugada .
Enrolou uns fios de cabelo e formou o pássaro cujubim e ordenou que cantasse ao amanhecer o dia.
Fez um outro pássaro o inambu e pediu para que cantasse a noite .
Os três índios que não obedeceram foram transformados em macacos da cara preta.
E foi assim que surgiu a noite e os animais.
Reescrita de lenda
Aluno Breno Henrique- 5ANO B
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giácomo.
Ilustrações de Heinz Budwig .
Edições Melhoramentos .
São Paulo, 1974.
No princípio, a noite ficava escondida no fundo das águas.
Então era sempre dia. Ainda não tinha animais.
A filha da Cobra Grande queria se casar. Ela queria iluminar o casamento com uma fogueira .
Então pediu para o noivo buscar a noite com o pai, no meio do rio.
Saíram três índios em busca do caroço de tucumã .
Assim foi, os índios pegaram o caroço e a Cobra Grande disse que não era para abrirem no caminho.
Os três índios muito curiosos, ao ouvirem barulhos que vinham do caroço, não resistiram e abriram.
Tudo ficou no escuro.
Em um piscar de olhos,as coisas se transformaram em animais e aves na mata e em peixes no rio.
O casamento saiu como a índia queria.
Depois de um tempo,a filha da Cobra Grande, viu a estrela d'alva e separou a noite do dia formando a madrugada .
Enrolou uns fios de cabelo e formou o pássaro cujubim e ordenou que cantasse ao amanhecer o dia.
Fez um outro pássaro o inambu e pediu para que cantasse a noite .
Os três índios que não obedeceram foram transformados em macacos da cara preta.
E foi assim que surgiu a noite e os animais.
Reescrita de lenda
Aluno Breno Henrique- 5ANO B
A ORIGEM DAS ESTRELAS
Conta a lenda que os índios caçavam , pescavam e guerreavam, mas na taba, nada faziam.
Dormiam apenas deitados em redes .
Só as mulheres trabalhavam .
Numa tarde com sol claro sem alimento, as mulheres saíram pela floresta em busca de milho.
Ao escurecer encontraram apenas algumas espigas de milho.
No dia seguinte resolveram levar os indiozinhos para ajuda-las.
Encontraram numa clareira um milharal . Os indiozinho recolheram o milho e saíram escondidos.
Ao chegar na taba pediu para que a avó fizesse bolo de milho e comeram tudo.
Se lembraram que a avó iria contar para suas mães,e cortaram-lhe a língua.
Ao voltar as mães, procuraram seus filhos. Eles com medo pediram ao colibri que amarrassem um cipó lá no céu.
As índias ficaram com medo e gritavam para que descessem,mas os indiozinhos subiam cada vez mais.
As índias subiram no cipó e eles cortaram, elas caíram de quatro no chão, virando onças.
E os curumins sem poder voltar, foram transformados em estrelas e estão sempre no alto,observando as mães.
Aluno:Guilherme
serie:5ano B.
Reescrita da lenda
Dormiam apenas deitados em redes .
Só as mulheres trabalhavam .
Numa tarde com sol claro sem alimento, as mulheres saíram pela floresta em busca de milho.
Ao escurecer encontraram apenas algumas espigas de milho.
No dia seguinte resolveram levar os indiozinhos para ajuda-las.
Encontraram numa clareira um milharal . Os indiozinho recolheram o milho e saíram escondidos.
Ao chegar na taba pediu para que a avó fizesse bolo de milho e comeram tudo.
Se lembraram que a avó iria contar para suas mães,e cortaram-lhe a língua.
Ao voltar as mães, procuraram seus filhos. Eles com medo pediram ao colibri que amarrassem um cipó lá no céu.
As índias ficaram com medo e gritavam para que descessem,mas os indiozinhos subiam cada vez mais.
As índias subiram no cipó e eles cortaram, elas caíram de quatro no chão, virando onças.
E os curumins sem poder voltar, foram transformados em estrelas e estão sempre no alto,observando as mães.
Aluno:Guilherme
serie:5ano B.
Reescrita da lenda
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