terça-feira, 4 de setembro de 2012

A Erva Mate


 
 

Um dia Tia Regina conversava com Marisa e as outras crianças brincavam no quintal.
Então Marisa falou:
- Os Gaúchos gostam bastante de chimarrão né tia?
- É eles gostam bastante Marisa.
Muito pensativa ela perguntou de novo:
- Como que eles descobriram o Mate? Descobriram que poderia ser algum tipo de bebida?
- É uma bela pergunta em Marisa! Quem será que fez o primeiro Mate.
Como os antigos sabiam o que podia beber e o que não podia? Ouvi uma vez a história do Mate.
- Conta tia.
Falou Marisa empolgada.
- Tudo bem vou contar.
Falou tia Regina.
Mal ela começou a falar e todas as crianças já se juntaram.
E ela começou:
- Há muito tempo havia uma tribo que vivia em um local da mata.
Mas com o tempo a caça foi acabando e não tinha mais comida, então se mudaram.
Um índio que era velho e não acompanhava a tribo ficara sozinho quase sem comida com sua filha.
Só se alimentavam de frutas e água.
Até que um dia o índio foi a floresta.
De repente a folhagem começou a mexer.
Ele paralisou pois corria devagar e ficou esperando atacar.
Foi quando saiu um homem pobre com fome pedindo comida.
O homem o levou e o alimentou, mesmo lembrando que a comida estava faltado, depois de moradia a ele.
No outro dia ele estava de pé cortando lenha.
O velho índio disse para ele não cortar lenha pois era um hóspede.
Ele falou:
- Vocês me deram comida mesmo faltando.
Depois contou que era enviado de Chupã e que eles podiam pedir 3 coisas.
Ele falou:
- Quero um companheiro para me ajudar, assim não ficarei sozinho.
Ele falou que iria arrumar um companheiro para ele.
- E a sua filha – ele falou- agora ela seria a deusa dos ervais.
Numa outra tribo dois amigos brigaram e um matou o amigo e foi banido.
Como a comida estava pouca ele estava fraco e poderia morrer.
Então encontrou a índia dos ervais que passou o mate para ele experimentar e falar para todas as pessoas que encontrasse sobre o Mate.
Um dia seus amigos da tribo se perderam e o que foi banido os ajudou a voltarem para a tribo.
Falou para eles experimentarem o Mate e passar para os outros e assim foi descoberto o Mate.

 Maria Eduarda

 

Lendas do Rio São Francisco


 

O Rio São Francisco possui muitas lendas sobre figuras estranhas e assustadoras. Os barqueiros carregam na proa dos barcos carrancas com esculpidas que acreditam afugentar os seres que habitam as águas.
Envolve muitas crendices, seres mitológicos e histórias sobre a mãe d’água, o minhocão e o caboclo d’água.
Diz a lenda que o Caboclo d’água mora no lugar mais fundo do rio, numa gruta de ouro e persegue sem dó os barqueiros.
Ele vira as embarcações e afugenta os peixes, para prejudicar os pescadores. E tem um couro tão duro, que nem balas penetram.Para se livrar dele é preciso lhe entregar um pedaço de fumo.
O minhocão possui grande velocidade e força. O abo do bicho atinge as embarcações. Não há balas que atravesse a pele dele.
Ele vive nas profundezas do Rio São Francisco e sai furando a terra. E gosta de apavorar os viajantes.
Pedro

A Lagoa Azul


 

Havia uma linda moça, filha única e seu pai lhe dava o que havia de melhor. Ela era filha de um rico e ambicioso garimpeiro. O seu nome era Dalva.
O mal era que o orgulho o escravizava e consequentemente a filha. Nem o rosto ela podia mostrar.
Todas as vezes que um moço se aproximava dela, o pai mandava surrar.
Certo dia Dalva foi passear pelo campo próximo a Lagoa Azul com as suas mucamas e tirou o véu do rosto, mesmo sobre os protestos das fiéis escravas.
Foi quando um lindo jovem apareceu e começou a conversar. Ambos não paravam de se olhar e combinaram que iriam fazer trocas de bilhetes e que uma das mucamas seria a recadeira.
E assim foram passando os dias e o casal cada vez mais apaixonado continuaram a se comunicar por meio de bilhetes.
Mas uma das mucamas resolveu contar ao pai da moça, pois era muito ambiciosa e pensou que ele ia lhe dar dinheiro pela informação.
O pai da moça ficou enfurecido e pediu que os escravos fossem a captura do tal moço, após surrar até a morte a mucama.
Dito e feito o moço estava na Lagoa Azul dando água ao seu cavalo, quando os escravos o mataram e o enterraram ali mesmo.
O pai correu contar para a filha, achando que era uma grande vantagem. Ela não precisava mais se preocupar porque a mucama e o moço estavam mortos e não iam mais incomodá-la.
Dalva, saiu com seu cavalo tão desesperada, correndo tão rápido como o vento que nem mesmo o pai e os escravos a alcançaram.
A moça se atirou na Lagoa Azul e nunca mais a encontraram.Dizem que ela sempre aparece e fita os garimpeiros nos olhos, na esperança de encontrar o seu amado.

Patrick
 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

DEFESA DA MONOGRAFIA-USP

Meus queridos alunos, o tão sonhado dia da apresentação da Monografia, cujo tema é: Possibilidades de uso da ferramenta blog na prática pedagógica: Estudo de caso da EMEIEF profª Cleide Luiza Cabrini Góiz, chegou, foi no dia 25 de agosto e eu não esperava que seria o sucesso que foi, sabia sim que fizemos um  ótimo trabalho. Durante os três anos de blog, trabalhamos juntos, pois o blog, não seria um sucesso se vocês não participassem. Agradeço o carinho de vocês e muito obrigada, pois a minha nota é também de vocês: PLEAMENTE SATISFATÓRIO. Continuem lendo, postando comentários e produzindo textos maravilhosos para postarmos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A Gruta Fantástica


Há muito tempo em um bosque longe daqui, vivia um poderoso rei. Morava em um castelo, tinha uma vida sossegada. Possuía muitos escravos e era sempre atendido. Entre os seus súditos tinha 13 anõezinhos, artistas, que estavam lá para distraí-lo.
O Rei era bem de magro, quase que igual a um palito e não tinha forças. E sempre chamava o Gorducho para lhe ajudar.
Os anõezinhos e o Gorducho viviam brigando.
O Rei ao passar do tempo foi ficando triste, aborrecido e sem ter o que fazer. Chamou o mágico e quis saber se existia uma forma que pudesse se distrair.
O mágico lhe disse para viajar, conhecer novos lugares e pessoas. O rei achou que tudo isso o deixaria cansado, mas era para o mágico pensar em algo que fosse mais fácil.
O mágico ficou por dias pensando em uma maneira até que teve a ideia de construir um espelho que levasse o Rei para novos lugares.
Trabalhou dias, assim que terminou chamou o Rei para ver.
O mágico fez um espelho muito pequeno e não teve como o Rei entrar, então ordenou que ele fizesse um espelho maior.
Por vários dias, o mágico trabalhou até que conseguiu. O Rei fez sua primeira viagem e voltou satisfeito. Tudo que ele precisava era não deixar que o espelho se quebrasse.
Quando o Rei se preparava para a sua próxima viagem o Gorducho e os anões ouviram toda a conversa entre ele e o mágico.
Como queriam fugir do reino, tiveram a ideia de entrar no espelho.
No momento que o Rei entrou, entraram atrás. O Rei ficou muito bravo, após ouvir as explicações sobre a façanha que realizaram, disse que iria degolar, tirar-lhe as cabeças, assim que voltassem ao reino.
Ao levantar sua espada, o Rei deferiu um golpe que acabou por quebrar o espelho.
Todos ficaram presos em uma gruta. E os anões para distrair o Rei, puseram-se a enfeitar a gruta com a ajuda do gorducho.
Abriram novas passagens, usaram os pedaços dos espelhos e criaram maravilhas . Nunca mais saíram da gruta.


João Lucas

A Carreta Dourada


Tia Regina estava passeando pelas verdejantes campinas, junto de seus cinco amiguinhos que iam pela relva.E no caminho se depararam com uma enorme carroça, puxada por três parelhas de boi, isto é três bois de cada lado.
Ana Maria, comentou sobre o ranger de rodas.
E Tia Regina responde que sempre gostou de ouvir esse ranger, pois fazia-lhe acreditar que a carroça conversava com ela,. E começa a contar a seguinte história:
Um velho comerciante, que vendia seus objetos, de cidade em cidade, tinha apenas o ranger da rodas da carroça para espantar sua solidão.
E lamentava a pobreza desanimado quando ouvia claramente a voz da carroça dizendo-lhe palavras de coragem e consolo.
Certo dia a carreta lhe disse que sua sorte iria mudar.
Meses depois chegando a uma cidadezinha, quando uma pobre mulher viúva que trocou seu velho quadro que trazia por uma panela de ferro.
O homem pensou em não aceitar, mas acabou concordando para ajudar a pobre mulher.
Jogou o quadro em um canto da carroça e seguiu viagem. A carreta lhe disse que a sua sorte começou a melhorar. Ele não sabia como, mas ela disse:
- Espere e você verá.
Chegando numa cidade um tanto rica, vendeu quase tudo o que tinha.
E um senhor rico quis comprar o quadro e enfiou nas mãos do homem rolos e rolos de notas. O homem disse que sim, e ficou muito alegre com a quantia que recebeu pelo quadro.
Com a carreta vazia seguiu viagem e a carreta começou a lhe dar conselhos:
- Voltem os para nossa cidade. Lá você comprará terra e alguns bois. Logo será um rico estancieiro.
Seguindo os conselhos da carreta assim o fez.
A carreta disse-lhe para procurar a pobre mulher e dar-lhe algum dinheiro.
 Ele não concordou e ficou zangado, pedindo que não tocasse mais no assunto.
A carreta aborrecida não falou mais com ele e seu ranger tornou-se igual ao das outras carretas.
O homem muito ocupado, acabou abandonando-a num canto, e os bois abandonados no pasto.
Tempo depois os seus negócios começaram a ir mal.
Preocupado com os prejuízos, percebeu que isso aconteceu depois que abandonou a carreta.
Mandou os empregados consertá-la e arrumassem os bois. E partiu. Agora ia ouvir novamente seus úteis conselhos, mas ela não respondeu, as rodas não rangiam.
Ficou pensando no mistério e concluiu que devia dar dinheiro a pobre mulher, mas de nada adiantou.
A solução era cobri-la de ouro. Ficou linda, porém não conseguiu nada.
Aos poucos foi ficando cada vez mais pobre. Foi obrigado a negociar outra vez, de cidade em cidade com a carreta pelos caminhos sem fim.
Nunca mais ele voltou a falar. Com o tempo concluiu que ela havia morrido de tristeza.
Era a única carreta que não rangia.

Vinícius Pasian Barbosa




A FALTA DA INTERNET NA ESCOLA

Estávamos de  recesso e férias. As aulas retornaram há nove dias, mas ainda estamos sem internet. E isto  está dificultando o desenvolvimento das atividades que devem ser postadas no Blog e em especial os comentários. Temos os computadores, mas não temos o acesso a internet. Tentarei postar os textos em minha casa e pensarei numa estratégia para que os alunos possam acessar e postar os comentários.