quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Paraíso dos insetos


No principio, havia umas terras bem longe, quase fora do mundo, e o pessoal as chamavam de “ O paraíso dos insetos” essas terras eram muito grandes, porém, ninguém entrava e tomava aquelas terras, pois ninguém nem chegava lá perto.

Um dia um homem, que se chamava “Inácio”, que vivia vagando e viajando pelo mundo, foi parar no “Paraíso dos insetos”. Ele conheceu muitos insetos, mas a melhor amiga dele foi a “Borboleta”. A borboleta ajudava em tudo , mas um dia ele resolveu fazer uma coisa , mas era uma coisa que ele nem deveria ter pensado em fazer, ele prometeu para sua amiga á “Borboleta”, que derrotaria a enorme fera do “ Paraíso dos insetos”, sabe quem era?

Era a “Aranha”, ou seja, o “Monstro” do “Paraíso dos insetos”. Ele riu na hora que ouviu a Borboleta falar da “Aranha”, mas quando ele a viu de verdade, ele saiu correndo de medo e fugiu do “Paraíso dos insetos”. Depois de um tempo que ele havia fugido, ele achava que ninguém o ia encontrar, mas, no meio de seu passeio, uma surpresa aconteceu, aquela sua amiga a “Borboleta” o encontrou e ele fugiu desesperado.
Vitória

A lenda do Bandeirantes


Pequenos Bandeirantes estavam no mato, tia Regina sendo o líder abriu o caminho com a vara e comentou que eles pareciam os primeiros a passear por ali, um dos pequenos exclamou que a qualquer momento poderia aparecer um índio ou uma onça, outro deles comentou que estava se sentindo um verdadeiro Bandeirante, mas a líder comentou que nem podia comparar com os verdadeiros Bandeirantes, eles eram apenas pequenos Bandeirantes.

Andaram nem cinco minutos e estavam cansados tia Regina propôs uma soneca, Marisa que era uma das Bandeirantes protestou e disse que eles não foram lá pra dormir, as outras crianças também protestaram. Mas a tia Regina disse que todos deviam descansar pois eles já haviam feito o suficiente e que eles poderiam ficar sentados ali desbravando o sertão, só um deles concordou com a ideia. Um dos bandeirantes deu a ideia de ficar ali e ouvir tia Regina contar história de Bandeirantes, tia Regina não gostou muito não mas foi intimada, ou ela contava a história ou iam andar mais, ela teve que concordar em contar a história.

E ela começou a história que todos os pequenos deviam muito aos bandeirantes citando alguns nomes “Antonio Raposo, Fernão Dias, Bartolomeu Bueno, Borba Gato...”

A vida dos Bandeirantes foram cheia de aventuras eles eram tão corajosos que gerou lendas. Tem uma por exemplo, Borba Gato, dizem que ele viveu tanto tempo na selva que ficou feio que nem sua família quis recebê-lo em casa.

Uma das crianças perguntou porque eles também não ficaram diferentes.

E assim tia Regina deu uma risada e continuou a contar a história, um dos fatos ocorridos na vida de Borba foi que ele estava sendo acusado por um crime que não cometeu, por isso ele foi viver na selva como selvagem.

Borba participou do famoso Bandeira que seu sogro organizou para ir em busca das preciosas esmeraldas, ele era genro de Fernão Dias que foi o que convenceu guardando minas de ouro que descobriram em Minas Gerais, mas, Fernão Dias não se deu por satisfeito  e foi a procura das esmeraldas, e logo avisou que se aparecesse alguém enviado do rei de Portugal reclamando da posse das minas, mas sem violência para não os prejudicar.

Borba tranquilizou Fernão aliás , que partiu tranquilo.

Depois de alguns dias, Borba estava descansando, quando viu vários homens todos armando, indo na sua direção, e o chefe se apresentou e já foi perguntando se ele era Fernão Dias. Borba disse que não, e que Fernão estava ausente e que o deixara encarregado de tomar conta de suas minas.

Logo Don Rodrigo, chefe do bando zombou dele, e falou que aquelas minas era do rei de Portugal, e também disse que é crime deixar as minas nas mãos de aventureiros.

Borba ficou irritado, mas se conteve e Don Rodrigo lhe deu um prazo para eles se desapossarem das minas.

Borba queria conversar, mas os dois estavam armados, e o que era perigoso, então eles fizeram um acordo que eles teriam que deixar suas armas e levar alguns de seus homens junto para outro lugar para entrarem em acordo. Assim foi feito.

Eles estavam conversando até que se desentenderam e um dos homens de Borba com medo de Don Rodrigo o matar foi e lhe deu um tiro certeiro Borba com medo do que iam fazer com ele, apesar dele não ter matado Don Rodrigo , ele que ia ter que pagar, pois ele era o chefe, então desesperadamente fugiu abandonando todos, enquanto os homens de Don Rodrigo chamavam reforços.

Borba ficou vários dias na mata sozinho, até ser capturado por um grupo de índios, mas conseguiu escapar, graças ao conhecimento adquirido na selva.

Os índios o convidou para morar com eles, muito agradecido Borba aceitou.

E Borba passou a viver com a tribo, e foi muito útil aos índios por causa de seu conhecimento.

Ele estava feliz com seus amigos estava triste e com saudade de sua família. Mas não podia voltar para casa se não seria aprisionado, então continuou morando com os índios.

Mas depois de algum tempo, ele estava sentindo tanta falta de sua gente que estava conversando com os pássaros achando que era seus filhos e sua mulher, e começou a sofrer transformação com barbas cor de pele...

Então chegou que estava na hora de voltar para sua casa. Mesmo sabendo que seria preso. Ele seguiu seu rumo a sua casa.

Borba tomou chuva, até chegar em seu destino, e quando chegou, todos corriam dele com medo. E ele foi para sua casa, mas ninguém o reconheceu, nem mesmo seus filhos e sua mulher, ele estava irreconhecível. Os moradores espancaram, e ele com medo, e triste voltou, e ali viveu sozinho desiludido, foi onde ele passou o resto de sua vida.

Ninguém nem se preocupou a entender seus sentimentos só o julgaram pela aparência exterior.

 
Camila
 

 

 

 

 

Dona Beja


O pessoal estava visitando uma cidadezinha e tia Regina falou para seus amiguinhos vamos ao museu todos falaram- Sim- menos Carlinhos que queria brincar mas a tia Regina convenceu ele e foi contando da história do museu que era casa de Dona Beja.

Tia Regina falou que Dona Beja era apaixonada por flores ela adorava tomar banho na banheira ,com leite e na fonte da jumenta também conhecida como fonte de Dona Beja.

Tia Regina também falou que Dona Beja também gostava e todos seguiram o lago e se sentaram Sérgio ficou arrancando flores e atirando na água tia Regina falou:

- Cuidado para não acordar a princesa

- Que princesa- disse ele.

- Uma princesa que falou para ninguém arrancar um rosa ela ficou muito triste. E contou a história da princesa, que falava com as flores. E um dia uma rosa lhe contou que o rei precisava de dinheiro por isso ela teria que se casar com um velho muito feio.

A rosa falou para ela pular dentro do lago que ela não morreria, ficaria lá até que um príncipe jogasse uma rosa e a despertaria.

E assim foi o dia do baile a princesa estava triste, mas conseguiu disfarçar para que ninguém percebesse. Ela entrou no salão o rei a levou para conhecer o velho que tinha toda a feiura do mundo: Corcunda, careca e vesgo.

Depois de um tempo ela saiu para fora e fez o que a rosa recomendou e até hoje esta adormecida no lago a espera do príncipe.

Carlinho e a turma começaram a rir dele inclusive tia Regina chamou o Sérgio de “Principe Sérgio” e ele falou para Carlinhos que quando ele ser rei Sérgio ia ser o ministro e ele ia cortar a cabeça dele.
Gabriel Viana

Urutau


Conta a lenda que numa casinha velha lá no Sertão morava uma moça muito feia ela não tinha nem vontade de olhar pro espelho. Seus pais eram idosos que não queriam viver e queria deixar ela sozinhas só que não havia caboclo. Ninguém tinha coragem de se casar com ela é a moça só via suas amigas namorando casando e ela la sozinha na solidão.

Durante as tardes a moça ficava na janela do casebre e os cotovelos pontudos apoiados na madeira rústica, o rosto já estava descascando, as suas mãos magras e muito maltratadas. Ela não ficava ali por ficar havia um motivo: Ela esperava aqueles sertanejos que voltava da roça depois de um árduo dia de trabalho.

Tinha alguma esperança por eles que algum se interessaria por ela e tinha suas qualidades: era boa, trabalhadeira, boa cozinheira e uma filha excelente.

Eles passaram ali alterar os passos e tocando a aba do chapéu num cumprimento de obrigação ela respondia com um belo sorriso.

E nunca mais os sertanejos a viram na janela.

Para não ficar triste e na solidão ela ia na mata para se distrair.

Numa noite muito escura estava ela lá absorta e ouviu um tronco de um cavalo e pensou que havia esperança e imaginou que era um cavalheiro bondoso escondeu o pito e começou a se arrumar e foi andar pela estrada distraída.

O moço se aproximou e disse:

- Você poderia me indicar onde leva o caminho que leva a estrada principal?

Ela se ofereceu em acompanhá-lo. E foram de pé anti pé e ele foi puxando o cavalo na frente o cachorro indo e vindo abanando o rabo eles dois começaram a ter uma conversa agradável ele estava encantado e já estavam chegando perto da pista principal e ele se surpreendeu-a.

- Me perdoe pois nós nem nos conhecemos direito é difícil encontrar moças tão delicadas assim como você não posso perder a oportunidade você quer casar comigo? Por favor não diga não!

Foi ai que a luz iluminou o rosto da moça e sem enxergar direito viu a cara dela e não sabia o que era aquilo? Uma bruxa? E inventou uma desculpa e a deixou sozinha dizendo que ia voltar logo.

A moça concordou e sentou na pedra e ficou esperando.

Uma feiticeira que passava por ali, quis saber o que estava acontecendo, a moça lhe contou toda a história e pediu para que a fizesse voar.

A feiticeira a transformou em um pássaro Urutau e no mesmo instante ela saiu voando em busca do jovem rapaz.

Como não o encontrou, pediu a feiticeira para desfazer o feitiço. Como a feiticeira não conseguiu , a moça ficou para sempre como pássaro.

E  mesmo como pássaro tinha uma aparência horrível e seu canto parecia dizer “ foi, foi, ...”
Ellen

O Japim


 

Tia Regina, terminando seu café disse as crianças:

- Hoje vocês vão conhecer um menino chamado Ari.

A pesar de morar perto da selva Ari ficava sabendo das coisas da mata pelos outros.

Não tinha tempo de ir lá. Estava com quatorze anos e terminava o 1º grau. Seu pai, um velhinho encurvado e simpático, era dono de um armazém.

Um dos frequentadores era seu Chico era o maior contador de histórias.

Até que um dia seu Chico contou uma história de um pássaro chamado Japim.

Seu Chico falou que um dia ele foi caçar, andou e nada, mais tarde seu Chico viu um passarinho mas ele ficou com dó, mas criando coragem ele se ajeitou pois a espingarda na mira e a hora que ele foi atirar uma pedra caiu na cabeça dele, ele não caiu, mas ficou um pouco tonto, de repente, ele ouviu um nome falando:

- Não atire nesse pássaro, se você matar ele você vai ter azar para o resto da vida.

Ele perguntou porque a pedra disse:

- Conta a lenda que o Japim tinha um canto lindo, um dia os índios pegaram uma doença e esse pássaro foi la e começou a cantar toda a tribo tinha sarado e esquecido da doença.

Ma um dia o chefe da tribo pediu para ele voar pelos céus e cuidar da floresta feito isso mas sem cuidar da floresta o chefe deu-lhe um castigo o chefe teceu o seu canto e disse:

- Se você queria copiar o canto dos outros pássaros é o que vai ter.

O Japim só conseguiu cantar o canto dos outros o dele tinha sumido.

Então ele foi pedir para as vespas se ele podia morar ali perto da casa delas.

Um delas foi falar com as outras que aceitaram e ele ficou morando lá para o resto da vida, ainda, ele esta por ai imitando o canto dos outros pássaros.

 
Gabriel Garcia da Silva


 

 

O boi das aspas de ouro


O conto “O boi das aspas de ouro” é a história de um boi que era conhecido como o animal que trazia felicidade para quem o tivesse.

Um estancieiro muito solitário ao ficar sabendo disso comprou algumas terras e as cercou, desta maneira quando o boia apareceu foi facilmente capturado e para cuidar dele o velho contratou um menino e fez dele seu herdeiro já que pensava que não tinha família.

Após alguns dias chega ao rancho um homem e duas mulheres que alegam ser seus sobrinhos e que através do documento confirmam o que falaram.

O rapaz querendo ser o herdeiro manda suas irmãs mais velhas convencer o garoto a sacrificar o animal e lhe dar aspas, mas ambas fracassaram. O irmão mais velho ameaça a mais nova de que se não trazer os chifres bateria nela até matar.

A moça ao chegar onde ficava o boi contou toda a verdade para o gaúcho e o menino por pena matou o animal e lhe entregou as aspas.

Ao entardecer o estancieiro perguntou ao gaúcho como estava o animal e ele lhe respondeu que teve que matar o boi, por causa das ameaças contra a moça, o velho expulsou o menino e a irmã mais velha e o gaúcho ficou herdando e ficou com a jovem.

 
Breno venancio

O Uirapuru


Andando pela floresta, Marisa chamou todos bem baixinho. Que canto bonito quem esta cantando?

A tia Regina acabou escutando e ela disse:

- É Marisa esse canto é muito bonito. Duvido que um de vocês sabem quem é que está cantando?

- Eu sei , tia, eu sei- disse Carlinhos.

- É  a Iara, se escondam antes que ela pegue a gente.

Regina disse calma pessoal não é a Iara porque se fosse a Iara o canto seria mais bonito. Quem está cantando é o Uirapuru ele canta para os pássaros que ficam todos em volta dele.

E quando o Uirapuru morre ele serve de Talismã.

- O que é um talismã? Perguntou Sergio.

- É um objeto que se a pessoa acreditar ele dá sorte.

Regina chamou as crianças para ouvir o canto do uirapuru.

Depois de alguns momentos Regina conseguiu encontrar em um galho de uma árvore, disse:

- Vocês já sabem que aquele passarinho já foi uma índia?

Conta a lenda que tinha duas moças que eram muito amigas uma fazia uma coisa a outra fazia também.

Um dia, as duas estavam passeando pela aldeia e encontraram um cacique muito bonito. Elas viram que ele era atraente demais e começaram a gostar dele.

As duas falavam que conheceu um rapaz e que o mesmo não ligava para nenhuma das duas.

Cada dia que se passava as meninas se apaixonavam pelo cacique, um dia as duas resolveram confessar tudo e as duas disseram que gostava do cacique.

As duas resolveram fazer uma disputa e assim foi.

Ao perguntar para o cacique de quem ele gostava, ele respondeu que era das duas.

E então surgiu a ideia de um campeonato de flechas para ver quem acertava em um passarinho voando, para saber com quem casaria.

Só uma acertou direitinho, então o cacique se casou com ela e as outra moça ficou muito triste que ela chorou tanto que fez um pequeno riacho.

Então Tupã decidiu transformá-la em um pássaro, o Uirapuru.

Com o seu canto colocaria ordem nos pássaros e também poderia observar a amiga e o cacique.

O uirapuru canta quando sente tristeza e tem um canto fascinante.

 Kimberly