quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O UIRAPURU
Lenda da Amazônia.
Um índio tocava flauta na mata, as índias ouviram e correram para ver.
Que decepção! Encontrou um índio feio, elas achavam que ele era bonito, o mandaramele ir embora.
Logo em seguida ouviram novo canto, correram para ver se desta vez o índio seria bonito. Uma índia caçadora achou o pássaro que estava cantando, feriu-o, mas que depressa o pássaro Uirapuru transformou-se em um lindo índio ele estendeu sua mão para a caçadora, mas o índio feio tocou sua flauta de novo ,ele queria vingar das índias.
Elas tentaram esconder o índio bonito, mas não adiantou o índio feio acertou sua flecha e o matou. O seu corpo desapareceu, transformando num pássaro invisível.
A partir desse dia as índias só ouviram apenas um canto maravilhoso.
Era o belo índio transformado em pássaro.
O pássaro Uirapuru.
Reescrita: Pedro Henrique Michelotti Ramos, 5º ano A
Um índio tocava flauta na mata, as índias ouviram e correram para ver.
Que decepção! Encontrou um índio feio, elas achavam que ele era bonito, o mandaramele ir embora.
Logo em seguida ouviram novo canto, correram para ver se desta vez o índio seria bonito. Uma índia caçadora achou o pássaro que estava cantando, feriu-o, mas que depressa o pássaro Uirapuru transformou-se em um lindo índio ele estendeu sua mão para a caçadora, mas o índio feio tocou sua flauta de novo ,ele queria vingar das índias.
Elas tentaram esconder o índio bonito, mas não adiantou o índio feio acertou sua flecha e o matou. O seu corpo desapareceu, transformando num pássaro invisível.
A partir desse dia as índias só ouviram apenas um canto maravilhoso.
Era o belo índio transformado em pássaro.
O pássaro Uirapuru.
Reescrita: Pedro Henrique Michelotti Ramos, 5º ano A
MAMOTARO
Há muito tempo atrás. Numa cidade remota, vivia um casal de velinhos que nunca teve filho, enquanto o homem ia cortar lenha a mulher ia lavar roupa em um riacho.
Quando viu um pêssego bem grande que passava na beira do rio e resolveu pega-lo para levar a seu marido e no fim do dia quando seu marido chegou viu o pêssego.
E resolveu cortá-lo para comer, mas teve uma surpresa ao abrir viu um bebê dentro da fruta e pensou que era um presente dos céus.
E resolveu colocar o nome dele de Mamotaro ( menino pêssego) e ele nasceu forte, o tempo se passou e ele cresceu quando uns monstros aterrorizavam a aldeia.
E ele ia acabar com eles com muita insistência seus pais deixaram, fizeram um saquinho de bolinho para ele levar na viagem.
No caminho encontrou um cãozinho, faisão e um macaco que estavam com muita fome e aceitou ajudar Mamotaro pó um bolinho.
Quando eles encontraram os gigantes tinham acabado de almoçar e por isso eles não conseguiram vencer, pois com a barriga cheia não conseguiam lutar.
Mamotaro perdoou o gigante e voltou para casa.
Reescrita: Gustavo Gomes, 5º ano A
Quando viu um pêssego bem grande que passava na beira do rio e resolveu pega-lo para levar a seu marido e no fim do dia quando seu marido chegou viu o pêssego.
E resolveu cortá-lo para comer, mas teve uma surpresa ao abrir viu um bebê dentro da fruta e pensou que era um presente dos céus.
E resolveu colocar o nome dele de Mamotaro ( menino pêssego) e ele nasceu forte, o tempo se passou e ele cresceu quando uns monstros aterrorizavam a aldeia.
E ele ia acabar com eles com muita insistência seus pais deixaram, fizeram um saquinho de bolinho para ele levar na viagem.
No caminho encontrou um cãozinho, faisão e um macaco que estavam com muita fome e aceitou ajudar Mamotaro pó um bolinho.
Quando eles encontraram os gigantes tinham acabado de almoçar e por isso eles não conseguiram vencer, pois com a barriga cheia não conseguiam lutar.
Mamotaro perdoou o gigante e voltou para casa.
Reescrita: Gustavo Gomes, 5º ano A
A ONÇA E O RAIO.
Em certo dia, o raio se transformou em um índio. Vem à onça se aproximou dele, dizendo que ia almoçar, mas seu pulo não deu certo.
A onça perguntou ao raio:
__Você é forte?
E ele respondeu:
__Nem pende, sou fraco como eu só.
A onça tomou coragem e se gabou dizendo que era forte e não havia índio que a vencesse.
Para provar sua força derrubou uma arvore, quebrou seus galhos e levantou terra e folhas secas como um vendaval.
A onça, desconfiada pedia para o índio mostrar do que era capaz, mas ele, muito esperto lhe respondia:
__ Qual, comadre! Não tenho mesmo força.
A onça ficou ainda mais vaidosa e pulou alto, arreganhou seus dentes e lascou troncos enormes com as unhas.
Então, o raio se levantou e agitou no ar a arma que fizera.
Segurou a onça pelas pernas, rodou-a no ar e atirou-a bem longe.
A onça escondeu-se atrás de uma pedra pulou sobre uma arvore e escondeu-se na toca do tatu, o raio destruía tudo se rindo vaidosa, dizendo:
__Viu só também não sou tão fraquinho. Adeus!
E até hoje a onça morre de medo de raios e trovões.
Reescrita: Fabiano Justi, 5º ano A
A onça perguntou ao raio:
__Você é forte?
E ele respondeu:
__Nem pende, sou fraco como eu só.
A onça tomou coragem e se gabou dizendo que era forte e não havia índio que a vencesse.
Para provar sua força derrubou uma arvore, quebrou seus galhos e levantou terra e folhas secas como um vendaval.
A onça, desconfiada pedia para o índio mostrar do que era capaz, mas ele, muito esperto lhe respondia:
__ Qual, comadre! Não tenho mesmo força.
A onça ficou ainda mais vaidosa e pulou alto, arreganhou seus dentes e lascou troncos enormes com as unhas.
Então, o raio se levantou e agitou no ar a arma que fizera.
Segurou a onça pelas pernas, rodou-a no ar e atirou-a bem longe.
A onça escondeu-se atrás de uma pedra pulou sobre uma arvore e escondeu-se na toca do tatu, o raio destruía tudo se rindo vaidosa, dizendo:
__Viu só também não sou tão fraquinho. Adeus!
E até hoje a onça morre de medo de raios e trovões.
Reescrita: Fabiano Justi, 5º ano A
A LENDA DO TÚNEL DA MORTE.
Era uma vez um menino que gostava de entrar em um túnel e gostava de assustar os outros.
Certo dia ele entrou lá dentro e chegou até o fim do túnel e nunca mais voltou. Isso aconteceu a 10 anos . Naquele túnel passava um monte de carros e depois de 10 anos não passam mais. Certo dia um menino chamado Jhoi perguntou para um monte de gente se esta história era verdade, todo mundo falou sim. Depois os amigos de Jhoi chegaram e falaram:
__Jhoi vamos brincar?
Jhoi respondeu:
__A vamos, mas vamos achar um túnel que falam que está naquela rua.
__Você está louco Jhoi esse túnel um menino entrou e nunca mais voltou até hoje.
__ A mais vamos ver se é verdade, por favor.
__A está bem, Jhoi vamos.
Quando chegaram à frente do túnel estava uma placa, escrito “impedido”.
Os amigos de Jhoi entraram e os amigos não. Depois os amigos de Jhoi ouviram um grito dele e pediram socorro a um policial e a lanterna vinha rolando até o pé de Jhoi. Ele ficou com muito medo e viu um menino tudo descascado e com a cara feia. O menino desapareceu há 10 anos. Jhoi gritou e os amigos correram. Jhoi saiu correndo e o menino chorou, ele só queria um carinho, ele matava porque não queria que ninguém entrasse no túnel. Jhoi viu o menino e deu um abraço nele e o menino desapareceu, virou cinzas.
Escrita por Pedro, 5º ano A
Certo dia ele entrou lá dentro e chegou até o fim do túnel e nunca mais voltou. Isso aconteceu a 10 anos . Naquele túnel passava um monte de carros e depois de 10 anos não passam mais. Certo dia um menino chamado Jhoi perguntou para um monte de gente se esta história era verdade, todo mundo falou sim. Depois os amigos de Jhoi chegaram e falaram:
__Jhoi vamos brincar?
Jhoi respondeu:
__A vamos, mas vamos achar um túnel que falam que está naquela rua.
__Você está louco Jhoi esse túnel um menino entrou e nunca mais voltou até hoje.
__ A mais vamos ver se é verdade, por favor.
__A está bem, Jhoi vamos.
Quando chegaram à frente do túnel estava uma placa, escrito “impedido”.
Os amigos de Jhoi entraram e os amigos não. Depois os amigos de Jhoi ouviram um grito dele e pediram socorro a um policial e a lanterna vinha rolando até o pé de Jhoi. Ele ficou com muito medo e viu um menino tudo descascado e com a cara feia. O menino desapareceu há 10 anos. Jhoi gritou e os amigos correram. Jhoi saiu correndo e o menino chorou, ele só queria um carinho, ele matava porque não queria que ninguém entrasse no túnel. Jhoi viu o menino e deu um abraço nele e o menino desapareceu, virou cinzas.
Escrita por Pedro, 5º ano A
JURUPARI
Conta a lenda, que as mulheres de certa região mandavam nos homens.
Os homens eram considerados inúteis.
Cera vez, nasceram vários índios, a mais linda foi uma menina. O seu nome era Ceuci.
Quando cresceu, todos queriam se casar com ela.
O sol resolveu mandar alguém para reformar a Terra, seria filho de Ceuci.
Ao comer um fruto, a Cucura Ceuci ficou encantada e teve o filho que seria o emissário do Sol.
Ceuci deu-lhe o nome de Jurupari. A noite o recém-nascido desapareceu. Ceuci ouviu o choro perto da arvore da cucura. Todas as noites ela se deitava perto da arvore e o menino amamentava e desaparecia.
Depois de quinze anos Ceuci viu o filho. Tornara-se um rapaz forte e belo. Todos o queriam como chefe da tribo.
Jurupari disse que precisava buscar a pedra mágica que ficava na Serra da Lua.Jurupari ferveu breu, e da fumaça escura saíram jacus-ciganos, macucos, corujas e todas as aves noturnas.
Então Jurupari pediu ao Gavião para levá-lo a Serra da Lua. Ao voltar com a pedra, Jurupari ditou as regras leis.
Com isso livrou os homens do domínio feminino. Jurupari fez os guerreiros entender sobre as épocas de plantio, caça e pesca.
Jurupari tem muito que mudar no mundo, antes de aparecer a mulher perfeita para tornar-se esposa do sol.
Reescrita: Daniel Roveran 5º ano A
Os homens eram considerados inúteis.
Cera vez, nasceram vários índios, a mais linda foi uma menina. O seu nome era Ceuci.
Quando cresceu, todos queriam se casar com ela.
O sol resolveu mandar alguém para reformar a Terra, seria filho de Ceuci.
Ao comer um fruto, a Cucura Ceuci ficou encantada e teve o filho que seria o emissário do Sol.
Ceuci deu-lhe o nome de Jurupari. A noite o recém-nascido desapareceu. Ceuci ouviu o choro perto da arvore da cucura. Todas as noites ela se deitava perto da arvore e o menino amamentava e desaparecia.
Depois de quinze anos Ceuci viu o filho. Tornara-se um rapaz forte e belo. Todos o queriam como chefe da tribo.
Jurupari disse que precisava buscar a pedra mágica que ficava na Serra da Lua.Jurupari ferveu breu, e da fumaça escura saíram jacus-ciganos, macucos, corujas e todas as aves noturnas.
Então Jurupari pediu ao Gavião para levá-lo a Serra da Lua. Ao voltar com a pedra, Jurupari ditou as regras leis.
Com isso livrou os homens do domínio feminino. Jurupari fez os guerreiros entender sobre as épocas de plantio, caça e pesca.
Jurupari tem muito que mudar no mundo, antes de aparecer a mulher perfeita para tornar-se esposa do sol.
Reescrita: Daniel Roveran 5º ano A
MALAZARTE E O URUBU FALANTE
Há muito tempo, o pai de Malazarte morreu, deixando uma casa para ser dividida entre os filhos. Pedro Malazarte ficou com a porta e decidiu viajar com ela nas costas. No caminho viu um bando de urubus e jogou a porta sobre eles. Pegou um e saiu a caminhar.
Viu uma casa com fumaça na chaminé e pensou em pedir um prato de comida. A dona da casa o recebeu mal e disse que não tinha comida. Pedro Malazarte saiu e se escondeu para espiar o que a mulher estava fazendo. Para sua surpresa, viu que ela fazia um banquete. Ela era muito gulosa. O seu marido tinha saído para viajar e ela aproveitou para se fartar. O marido chegou de repente, a mulher só serviu arroz, feijão e carne seca para ele, escondendo as melhores guloseimas para ela.
Pedro Malazarte bateu a porta e o homem foi atendê-lo. Como tinha um coração bom, o convidou para jantar.
Pedro se sentou e colocou o urubu embaixo da mesa. Ao começar a jantar, cutucou o bicho.
Ao soltar uns gritos, o dono da casa quis saber o que ele tinha e Pedro disse:
____Nada! Está só falando comigo.
____Falando? Urubu fala?
____O meu fala. Ele é muito intrometido. Ele está me contando que a sua mulher lhe preparou algo de bom.
____ Que será?
____Uma leitoinha assada...
____É verdade mulher?
A mulher assustada e com medo do Pedro, confirmou e foi buscar a leitoa assada.
E assim foi, todo o jantar. Pedro Malazarte se deliciou com peru recheado, doces, frutas e bebidas.
O dono da casa quis comprar o urubu e Pedro Malazarte continuou sua viagem satisfeito e vingado.
Reescrita: Daniel Galves, 5 º ano A
Viu uma casa com fumaça na chaminé e pensou em pedir um prato de comida. A dona da casa o recebeu mal e disse que não tinha comida. Pedro Malazarte saiu e se escondeu para espiar o que a mulher estava fazendo. Para sua surpresa, viu que ela fazia um banquete. Ela era muito gulosa. O seu marido tinha saído para viajar e ela aproveitou para se fartar. O marido chegou de repente, a mulher só serviu arroz, feijão e carne seca para ele, escondendo as melhores guloseimas para ela.
Pedro Malazarte bateu a porta e o homem foi atendê-lo. Como tinha um coração bom, o convidou para jantar.
Pedro se sentou e colocou o urubu embaixo da mesa. Ao começar a jantar, cutucou o bicho.
Ao soltar uns gritos, o dono da casa quis saber o que ele tinha e Pedro disse:
____Nada! Está só falando comigo.
____Falando? Urubu fala?
____O meu fala. Ele é muito intrometido. Ele está me contando que a sua mulher lhe preparou algo de bom.
____ Que será?
____Uma leitoinha assada...
____É verdade mulher?
A mulher assustada e com medo do Pedro, confirmou e foi buscar a leitoa assada.
E assim foi, todo o jantar. Pedro Malazarte se deliciou com peru recheado, doces, frutas e bebidas.
O dono da casa quis comprar o urubu e Pedro Malazarte continuou sua viagem satisfeito e vingado.
Reescrita: Daniel Galves, 5 º ano A
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