quinta-feira, 30 de junho de 2011

A importancia do livro

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Poderá chegar o dia em que nós seres humanos, não saberemos como manusear, folhear ou ler um livro?

Reescrita de Lendas- Projeto do Ler e Escrever

Estou desenvolvendo o projeto: Uma lenda, duas lendas, tantas lendas... do Ler e Escrever.Trabalhei durante o semestre leitura, pesquisa e análise de lendas com as crianças e a etapa final, é a postagem no Blog. Percebo que as crianças estão amando cada passo, desenvolvendo a leitura e consequentemente a escrita.

Professora Neuza Ribeiro

terça-feira, 28 de junho de 2011

MACACO E O FOGO (lenda da região do Rio Juruá)

Há muto tempo diz a lenda que o macaco aprendeu a acender o fogo primeiro que o homem .
Ele era esperto.
Não tinha pelos e andava de canoa, comia milho e dormia em rede.
Um dia um dos macacos foi viajar de canoa e levava uma Paca, um animal comilão.
No fundo da canoa estava cheio até demais de milho .
A Paca com fome gritava.
__ Paca ,paca não devore meu milho...pediu o macaco.
Tinha suas razões .Continuou a pedir:
__ Paca, com essa fome, você vai roer até o fundo da canoa . A água vai entrar pelo fundo da canoa e vai nos afundar. E só lhe restará cair na água .As piranhas vão ter um banquete.
E a paca deu importância ao macaco? Sua fome era tanta. Rói,que rói , furou mesmo o fundo da embarcação. E esta afundou logo.
As piranhas não deixaram a coitada nadar .E a paca morreu.
O macaco como era esperto aproveitou para pegar uma piranha e saiu da água .Ao sair da água a onça apareceu e disse:
__ Essa piranha é para nós dois?
___Matei para nós dois comer .
O macaco como era esperto falou para onça buscar o fogo, no sol que estava se pondo
Quando a onça estava bem longe o macaco disse:
__Que onça mais idiota achou que o fogo era o sol.
O macaco correu pegou dois gravetos e fez fogo e comeu a piranha até lambeu os beiços deixou só os espinhos para onça .
Depois subiu na árvore .
Quando a onça chegou viu os ossos da piranhas e disse :
__ Eu te pego macaco.
Um vento muito forte o derrubou e ele entrou na boca da onça sem deixar gosto e rasgou a barriga dela com uma faquinha de pedra e o macaco pegou a pele da onça e fez uma tira e colocou na cabeça e quem o desafiasse ele falava:
__ Olha esse couro de onça eu que matei a onça e peguei a pele dela.



Reescrita de Lenda.
Elson- 5 ano B

A LENDA DO PAPAGAIO CRÁ- CRÁ

Conta a lenda que, antigamente, morava em um vilarejo um menino muito guloso. Tudo que via, queria comer, e a gula era tanta, a pressa de comer era tamanha, que ele tinha costume de engolir a comida sem mastigá-la.
Uma vez sua mãe encontrou frutos de batoí e assou-os na cinzas.
O filho, sem querer esperar, comeu todos os frutos, tirando-os diretamente do fogo e, como sempre, engoliu-os sem pestanejar.
Os frutos do batoí são frutos cuja polpa viscosa se mantém quentíssima por muito tempo. Comendo-os tão quentes, sapecaram-lhe a garganta, de forma que doía muito e queimavam-lhe o estomago.
O menino, tentando vomitar os frutos comidos, começou a fazer força para expulsá-los. Arranhando a garganta gruindo crá-crá-crá, mas os frutos não saíam... e entalaram na garganta sufocando-o.
No mesmo momento, cresceram-lhe as asas e as penas e ele tornou-se um papagaio .Voou para longe. Até hoje pode-se ouvi-lo vagando pelas matas do lugar; voando e gritando ´crá -crá-crá´!


Digitado por Ane e Gabrieli

O dilúvio (Lenda dos índios Caingangues)

Conta que há muitos anos começou a chover sem parar. Os índios ficaram assustados, com a chuva.
Então resolveram subir ao pico da montanha para escapar da chuva.
Os mais tolos se penduraram em galhos e os mais inteligentes arrumaram um cantinho da caverna.
Um índio falou:
___Se a chuva não passar, nós vamos morrer de fome.
Eles viam que os animais estavam morrendo por causa da
chuva .
Ouviram o canto das saracuras que traziam terra para
acabar com a enchente
Com a ajuda dos patos colocaram terra até o cume da
da montanha
Os índios que estavam nas árvores viraram macacos.
Os que estavam na caverna, saíram. Os índios caiurucré colocaram fogo no mato.
Como os bichos haviam morrido com a enchente, os índios modelaram animais com barro. Pintaram com cinza e carvão.
Cada bicho criado recebia uma ordem ou para comer folhas, carne ou inseto.
Outra tribo os camés, também criaram animais, mas os
peçonhentos para que acabassem com os outros animais.
Essa tribo se sentiu injustiçada durante o dilúvio.
Brigaram por algum tempo até que os moços e as moças das duas tribos resolveram se casar.
E com esses casamentos a terra povoou -se de novo.


Reescrita de Lenda.
Josiane- 5º Ano B

Uma festa na selva (lenda dos índios Tembé)

Era dia de festa na mata. E todos os bichos foram convidados chegavam dançando, dando viravolta com o corpo e chamando a atenção.
Mas quem fez mais sucesso foi os bicudos, orquestra formadas por tucanos.
O quati recebeu o prêmio de melhor dançarino .
Cada bicho queria mostrar suas habilidades.Nessa época o bichos falavam.
Foi quando o senhor onça animado, também resolveu cantar, com sua voz roca:
―A pele de dona anta, tão matreira, está cheia de moscas varejeiras !
Então a anta se ofendeu e foi embora.
O senhor onça não se deu por achado. Estava chamando a atenção:
―A pele de dom veado tara ta ta de varejeira cheinha está.
Ofendidíssimo o veado foi embora com sua família, na hora que chegou o jabuti ,sempre atrasado .
Dona onça furiosa com seu marido disse:
_Chega você está passando dos limites.
Entre os animais estava arapua -tupana, deus dos veados.
Disfarçado também foi á festa. Estava furioso e pôs se a cantar, abicharada tapou os ouvidos, pois eles sabiam que quem ouvisse seu canto morreria. Arapua -tupana desapareceu .Os animais se livraram
da morte, mais eles não se entendiam mais.
E assim ficaram até hoje. Só alguns conseguem gruir ou cantar numa linguagem que ninguem entende. Culpa do senhor onça mal educado e vaidoso que provocou os amigos e a ira de arapua -tupana.


Reescrita de lenda.
Gabriel- 5 ano B

O nascimento das estrelas

Conta a lenda, que no tempo em que não havia bichos e nem plantas e os indios moravam no cèu, as mulheres indigenas saiam para colher milho. Como não estavam encontrando milhos suficiente , decidiram levar as crianças para dar sorte.
Encontrando muito milho naquele dia, e já resolveram fazer os pães e bolos ali mesmo para seus maridos.
Não perceberam que tinha um índiozinho enchendo com milho um bambu.
O menino voltou a aldeia e deu o bambu cheio de milho para que a avó fizesse pão de milho para ele e seus amigos.
Os meninos comeram tudo e para que a avó não contasse as suas mães, cortaram - lhe a língua e os braços, transfromando-a em noite. Fizeram a mesma coisa com o papagaio, assim ninguém podia contar o que fizeram.
Então os curumins fugiram para o céu. Contaram com a ajuda dos pássaros. O beija-flor levou a ponta do cipó ao céu, assim eles subiram pelo cipó.
Ao voltarem da roça, as mães procuraram pelos filhos e ao pedir ajuda ao Sol e a Lua, viram os meninos escalando o cipó.
―Lá estão os curumins! Gritou uma delas.

As mães gritavam e choravam feito chuva, começaram a subir no cipó e as derrubaram.

Quando cairam , as mulheres se traqnsformaram em animais.

E os indiozinhos foram castigados, passando a viver no céu, como estrelas

Reescrita de lendas
Filipe – 5º Ano A

LENDA DO Papagaio Crá-Crá

Há muito tempo, em uma pequena vila , tinha um menino comilão. Comia com tanta pressa que nem mastigava.
Uma vez sua mãe, colocou frutos de batoi para assar e saiu . O menino sem esperar que esfriasse , Comeu-os quente.
Os frutos do batoí, demoram a esfriar sua polpa, dessa forma, sapecaram-lhe a garganta.
O menino tentava vomitar os frutos, mas eles entalaram em sua garganta. No mesmo, instante ele se transformou em um papagaio que vaga pelas matas gritando crá-crá-crá.


Reescrita de lenda

Rangel- 5 ano B

Macunaima Lenda dos índios Taulipangues

Há muito tempo um jovem índio chamado Macunaima vivia aprontando com os outros com suas travessuras pois tinha um encantamento ora era criança,ora homem ele tinha um irmão mais velho que gostava de laço para pegar antas.
Macunaima pediu para o irmão fazer um laço para ele caçar porem o irmão mais velho disse não que ele era uma criança, mas Macunaíma era ,muito esperto e foi fazer a sua armadilha bem longe de sua casa lá onde há muito tempo, não se via passar anta.
Na manhã seguinte Macunaíma disse a sua mãe:
___ Mãe, vai ver se há caça no meu laço.
Macunaíma tinha pego uma anta. O irmão mais velho não acreditou e se sentiu humilhado, o seu orgulho ferido e estava sempre com fome. Então a mãe pediu que seu filho mais velho fosse buscar a caça do irmão.
Ele não queria ser criado do irmão mais novo, mesmo macunaíma propondo a divisão da carne da caça.
Então buscou a anta e deu-lhe os intestinos. Macunaíma ficou zangado e aprontou uma das suas.
Um dia quis saber da mãe quem levaria a casa para o alto da montanha, ela não soube responder. Ele pediu que fechasse os olhos e levou a casa.
A mãe ficou espantada. O irmão mais velho continuou embaixo e sem ter o que comer.
Como a mãe ficou com pena do filho mais velho, macunaíma decidiu levar a casa de volta.
Foi assim que Macunaíma decidiu ajudar o irmão mais velho. Este parou de zombar dele, pois entendeu que não poderia viver sem ele.

Reescrita de lenda
Laira- 5 ano A

NAIPI e TAROBÁ A LENDA DAS CATARATAS DO IGUAÇU

Os índios caigangues que habitavam nas margens do Iguaçu,acreditavam que M'BOI era deus -serpente. O Iguaçu tinha muitos peixes, mas eles achavam que os peixes pertenciam a M'BOI. Então os caigangues resolveram fazer um trato com o deus-serpente M'BOI , ele deixava os índios pescarem e todos os anos dariam uma cunhã, uma moça bonita como Naipi. Eram tantos que queriam casar com Naipi que os índios resolveram fazer uma festa com lutas e quem ganhasse, teria como prêmio Naipi.
Tarobá foi o vencedor.
M' Boi viu Naipi e pediu a moça para ele, mas Tarobá não deixou.
Então M'BOI desfez o trato, e espantou os peixes. Os caigangues ofereceram outras moças a M'BOI, mas ele não aceitou. Como os índios estavam com fome roubaram Naipi de Tarobá para dar a M'BOI Eles lutaram muto e caíram no abismo . Tupã transformou Tarobá em pedra e Naipi em espuma. O castigo do Iguaçu foi acabar ali junto ao rio Paraná e todas as vezes que Naipi se encontra com Tarobá surge um lindo arco-íris.
Reescrita de Lenda.
Matheus Rian- 5 ano A

A festa no céu

Lenda do folclore brasileiro

Conta a lenda que ia ter uma grande festa no céu. E o sapo disse que ia.
Todas as aves caçoaram dele. O sapo teimou e disse que ia dançar, se o urubu levasse o violão.
No dia marcado para a festa, o sapo entrou no violão sem ser visto.
As aves ficaram curiosas em saber, como ele tinha ido a festa sem ter asas.
Certa hora da madrugada, o sapo sumiu e se escondeu no violão.
O urubu estava cansado e ao voltar, achou o violão pesado, e descobriu que o sapo estava lá dentro.
O urubu ia soltá-lo, quando o sapo, muito esperto lhe pediu:
―Está vendo aquela pedra lá embaixo me deixe cair nela! Não me deixe cair no lago ou morrerei.
O urubu que estava bravo, o jogou na água.
O sapo afundou, e voltou a tona, feliz da vida.

Reescrita de lenda.
Bruno- 5 ano A

O Curupira (Lenda indigena)

Ressoa ruidoso barulho pela mata a fora.
É o Curupira com o seu machado,feito de casco de jabuti,ele bate fortemente no tronco para ver se as árvores estão firmes, para ver se elas vão resistir aos ventos e tempestades.
Ele conhece todos os segredos da floresta sabe até os segredos das plantas.
Esconde os animais e caçadores indefesos,ele apaga os rastros e dissolve no ar os cheiros.
E poucas vezes, ajuda os homens.
O Curupira é moleque,e feioso,muito pequeno e peludo. Seus dentes são verdes,suas orelhas são pontudas ele é muito esquisito.
Os pés dele são virados para trás.
Ele é muito esperto, confunde com as pegadas quem o persegue.
E nunca se sabe quando vai ou vem, porque suas pegadas enganam .
Ele vive bem no no meio da floresta no oco dos paus.
E se ele ganha fumo para seus pito,é ate capaz de ajudar os homens a encontrarem seus caminhos ou ensinar seus segredos,da mata.
Se ele ouvia mau humor e se viu algumas maldade feita aos animais e as planta, imita a voz dos quadrupedes ou pio das aves e atrai e engana os caçadores.
Leva-os para bem longe, então deixa-os perdidos.
Ele protege principalmente os animais que vivem em grupos.
Talvez o Curupira saiba que o bando sentirá muito a falta do companheiro perdido.
Se o caçador não lhe obedece,podre dele.
O Curupira não perdoara.

Reescrita de lenda
Amanda Toledo- 5 ano A

Postando lendas

Momento de descontração

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Reescrita de lendas

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A LENDA DA COBRA GRANDE

Há muito tempo dizia a lenda, que uma jovem esperava seu primeiro filho, desejando que fosse forte e bonito e quando crescesse seria um valente guerreiro.
Mas, na hora do parto, foi um grande susto. Nasceu uma cobra, que correu para o mato em vez do índiozinho esperado.
Durante o dia era uma cobra e se escondia no mato e a noite transformava em índiozinho e ficava com a mãe.
Isso aconteceu até que rapidamente a cobra cresceu e se transformou na monstruosa serpente. Então nunca mais voltou para sua casa.
Mas todos os dias quando escurecia, onde estivesse, a cobra virava um lindo jovem chamado de Honorato que era bondoso e tinha muitos amigos, mas o estranho é que a cobra era terrível durante o dia.
Um do amigos de Honorato que que era jovem e valemte, não aceitava a quele feitiço e resolveu salvar o amigo.
O jovem valente e amigo de Honorato no outro dia cedinho escondeu -se a margem do Tocantins a espera da cobra.
Quanto ela apareceu, ele deu um assobio para chamar a atenção.
A serpente veio violenta, mas o jovem foi esperto.
Jogou umas gotas de leite de mulher na garganta do bicho e deu um golpe de facão novinho na cobra.
O feitiço acabou para sempre. Honorato surgiu no lugar da serpente. Os dois amigos se abraçaram e nunca mais se separaram.

Reescrita de lenda

Breno Inocencio de Oliveira- 5ºano A

A ORIGEM DOS BICHOS

Lenda dos índios Maués

Conta a lenda , que não existia animais, no princípio do mundo, só gente.
Um dia os índios maués decidiram dar uma festa
O que não sabiam, era que alguns deles seriam transformados em bicho .
Antes do local da festa, sempre ficava um índio para acompanhá-los até a festa.
Hêté-uacóp chamou sua noiva para irem juntos a festa, mas ela mentiu que estava doente e não iria.
O que ela queria, era chegar primeiro a festa e namorar com os outros índios.
Se arrumou toda e foi para a festa.
Seu noivo ficou no caminho recebendo os convidados.
Alguns, correram para lhe contar que enquanto recebia os convidados, sua noiva dançava na festa.
Ele não acreditou a principio, mas depois se transformou em um possara e foi para a festa.
Voltando a ser gente, furioso disse a todos no caminho, que iria ter uma grande confusão ao tocar a trompa.
Pediu conselho ao terrivel temporal . Hêté-uacóp apareceu na festa ,surrando todos até a noiva, puxando-lhe o nariz e a bela moça virou um tamanduá-bandeira.
E assim ele fez com todos que dançaram com ela .
Os convidados iam se transformando em animais, aves e insetos. Foi assim que surgiram os animais na terra.

Reescrita de lenda
Maria Rita- 5 ano A

MARIA PAMONHA

Conta a lenda que certo dia apareceu na porta da casa grande da fazenda uma menina suja e faminta nesse dia, deram-lhe de comer e de beber .
E no outro, e assim por vários dias.
Sem que as pessoas dessem por conta, a menina foi ficando sempre calada e no canto .
Uma tarde, os garotos da fazenda perguntou-lhe .
― Como se chama?
E ela respondeu :
― Maria.
Os garotos, as gargalhadas começaram a debochar:
―Maria pamonha, Maria pamonha.
Numa noite, o filho da patroa estava se arrumando para ir ao baile e Maria apareceu no seu quarto pedindo para que a levasse ao baile.
O jovem se espantou e rindo disse:
―Quem você pensa que é para ir dançar comigo? - gritou ― Ponha-se no lugar! Ou quer uma cintada?
Quando o rapaz saiu para o baile Maria Pamonha foi até o poço e se banhou.
Quando a jovem apareceu no baile todos ficaram admirados . O filho da patroa a chamou para dançar.
― De onde é você? - perguntou-lhe por fim.
―Eu venho de muito longe, da cidade da cintada.
Ao voltar para a casa, o rapaz não parava de falar sobre a moça.
Passado alguns dias, o moço foi convidado a ir à outro baile.
E maria pamonha foi de novo pedir para que a levasse .
E como da primeira vez, a moça apareceu no baile e dançou com o filho da patroa.
E foi assim também na terceira vez.
Ele lhe deu durante o baile um lindo anel.
O rapaz nem percebia que era a Maria, de sua casa, aquela bela moça.
Ele estava muito apaixonado e saiu em busca da bela moça. Como não a encontrou, o jovem caiu doente.
Sua mãe ia fazer uma sopa, e Maria insistiu tanto para fazer que ela acabou deixando.
Ao levar -lhe a sopa jogou o anel dentro.
Então o rapaz percebeu que a jovem Maria Pamonha era a sua linda dama do baile.
Ao entrar no quarto, o jovem se curou. Eles se casaram e foram felizes.



Reescrita de lenda
Murilo- 5º ano B

A LENDA DO GUARANÁ

Contam que antigamente tinha três irmãos índios que moravam na oca com sua irmã.
A moça era tão boa dona-de-casa, ela cozinhava bem e conhecia tantas plantas que curavam doenças, que os irmãos não queriam que a moça se casasse e saísse de casa, para não perder seus serviços.
Mas todos os índios , e os bichos da selva sonhavam com a moça .
Em uma certa tarde, um aroma atraiu a índia . Alguém conseguiu enfeitiça-la.
Um dia finalmente a índia se casou.
“Meu casamento não pode ser descoberto, tomo conta do moçoquém, o lugar encantado em que plantei um pé de castanhas , e eles não querem me perder” , pensou ela.
Um dia os irmãos da índia descobriram que a moça tinha se casado e quase a mataram de pancadas .
Mas como ela continuava cuidando deles, deixavam na sossegada .Ela ficou grávida e nasceu um menino tão bonito e forte .
Logo que pôde falar , o indiozinho pediu para comer as castanhas , que a mãe cuidava.Ela ficou preocupada porque ninguém podia comer .
Até puseram anta, arara e o periquito de guarda no moçoquém .
Mas o menino insistiu para a mãe e ela levou-o ao lugar que era sagrado.
A cotia desconfiou e contou tudo o que tinha acontecido aos irmãos da moça .
Os índios resolveram mandar o macaquinho da boca roxa tomar conta da castanheira .
O menino apareceu escondido da mãe, e o mataram.
Sua mãe o enterrou ali mesmo.
―Meu filho você será a maior força da natureza. Será ótimo paras os homens e mulheres curarem suas doenças .
Depois deixou um animal de confiança tomar conta da castanheiro .
Da cova foi brotando uma plantinha.
E sempre saia um animal diferente.
O primeiro que saiu foi o cachorro do mato.
A árvore era um fruto de guaraná que dá força e faz bem a saúde.
E a terra se abriu saindo um índiozinho, era o filho da índia.
Ela o pegou, acariciou e ficou muito feliz .Colocou em sua boca um dente de barro. Falam que os dentes dos maués estragam cedo, por isso.
O guaraná que veio da cova do menino é um fruto apreciado até hoje.




REESCRITA DE LENDA

JULIANA AREAS SCHIAVINATO 5ºano B♥

Lagoa das Guaraíras

Conta a lenda que um indígena da aldeia de Guaraíra, em momento de muita loucura, esqueceu dos castigos que recebia e
assassinou uma criança e comeu .
A aldeia e os parentes daquela criança reagiram rápido. A família da pequena vítima queria que tomassem providências para terminar com as tradições da aldeia, que recomeçara, ameaçando os brancos da cultura europeia .
O superior da missão não pode omitir na circunstância, e sem usar a violência, seguindo as normas da aldeia adotada nos meados da catequese dos discípulos de um santo chamado Santo Inácio . Exigiram do tal índio, cheio das carnes daquela, pequena
vitima que, ficasse dentro da água até que o chamassem .
Lá, ficou o índio, mas quando os outros índios foram procurar ninguém o achou .
No mesmo instante começou aparecer um peixe boi naquela
pequena lagoa .Na noite seguinte ouvia, subindo nas águas salgadas da pequena lagoa, um gemido muito estranho e assustador que tremia toda água .
Aquela punição duraria anos .Os pescadores iam na lagoa pescar e iam embora com as redes secas e sem nenhum peixe. Antes dos pescadores lançarem as redes o peixe-boi passava rio abaixo e subia com o gemido assustador e horripilante, como se o índio estivesse se afogando. Os gemidos eram angustiantes de dar muito medo em qualquer um, sempre nas noites de luar.
E quando a lua se erguia, via-se no reflexo da lua o peixe boi vagando.
O pior era a incerteza. O peixe-boi que aparecia todas as noites está lá no Borquei. Outro, no rio das Capivaras. Na Barra do Tibau, em especial, os urros vinham aos ouvidos tremendamente horríveis, pavorosos e horripilante. Singular destino dessa lagoa .Quando menos se espera o mar devolve para a terra .Depois do retorno. Tudo é um mistério muito grande .Em Tibau do Sul, Rio Grande do Norte, na Lagoa das Guaraíras.


Reescrita de lenda
Giovana Z. Olivo. 5ºanoB♥

Santo Tomás e o boi que voava

Há muito tempo, na Ordem de São Domingos, estava Santo Tomas de Aquino
na sua cela. Quando de repente um frade brincalhão exclamou:
—Irmão Tomás venha ver um boi voando!
Santo Tomás, saiu tranquilamente até o pátio do mosteiro e começou a procurar pelo boi voador.
—Ora irmão Tomás acredita mesm que um boi pode voar?
—E por que não ? Prefiro acreditar que um boi pode voar a acreditar que um religioso pode mentir.


Reescrita de lenda
Mayron – 5 anoB

O negrinho do pastoreiro

O negrinho do pastoreiro
Conta a lenda que no tempo dos escravos um estancieiro malvado levava todas as desobediências de seus escravos no relho, naquela época era tudo um fim de mundo e o estancieiro fazia o que ele queria.
O estancieiro tinha muitos escravos entre os escravos havia um negrinho, que era encarregado
de pastorear alguns animais, coisa que era muito comum naquele tempo .
Pois de um feito,o coitado do negrinho que já era um dos mais judiados pelo estancieiro, perdeu os animais e apanhou tanto por isso.
Depois saiu a procura dos animais perdidos anoitecendo o negrinho pegou um toquinho de vela e uns avios de fogo com fumo e saiu campeando .
O toquinho acabou e o dia veio chegando e ele teve que voltar a estancia .
Então, ele foi colocado de novo no palanque apanhou tanto que morreu ou parecia ter morrido .Antes do estancieiro ir embora mandou abrir a panela de um formigueiro e mandou atirar dentro de qualquer jeito o pequeno corpo do negrinho banhado em sangue .
No outro dia de manhã o estancieiro foi com os escravos ver o formigueiro
Quando abriram a tampa do formigueiro o estancieiro ficou assustado ao ver o negrinho , que estava la de pé com a pele lisa sem nenhuma mancha das chicoteadas. Ao lado dele estava Virgem Nossa Senhora e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro pediu desculpas ao negrinho, que nada respondeu.
O estancieiro apenas beijou a mão da Santa. O negrinho montou no baio e saiu com os outros cavalos desde então, o negrinho do pastoreiro ficou sendo chamado para ajudar a achar coisas perdidas. E não cobra muito .É só acender um toquinho de vela, ou atirar num canto qualquer naco de fumo.

Reescrita de lenda
aluno vinicius 5 ano B


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O roubo do fogo (Antonieta Dias de Moraes)

Há muito tempo atrás, a terra era de todos, mas o fogo, não. O fogo possuía um dono. O dono do fogo era o Urubu. Para o Urubu não esfriar, ele o trazia sempre escondido debaixo das asas.
Baíra, observando que naquele tempo os índios secavam os alimentos ao sol, então resolveu este
roubar o fogo para que eles pudessem cozer sua comida.
Baíra era muito inteligente. Sabia muitas coisas. Falavam que foi ele que ensinou os Parintintim
a caçar passarinhos com visgo … Os ensinou a pescar com sangab, uma espécie de peixe fingido, para retirar os peixes de verdade. Baíra ensinou várias coisas á eles.
Certo dia, ele falou:
―Por que o fogo tem que ter dono? O fogo deve ser de todos! A água tem dono? Não tem. O sol tem dono? Não tem. A terra tem dono? Não tem. E as plantas tem dono? Não tem. Então por que o fogo há de ter dono? Não pode,o fogo tem que ser de todos.
Planejou o que ele faria para roubar o fogo do Urubu. Entrou no mato, se cobriu de folhas e de cupins, depois se deitou no chão, sem se mexer. Fingiu-se de morto.
Dali a pouco ouviu um zumbido: zum-zum-zum... Era a mosca azul, zumbiu, zumbiu deu muitas voltas ao redor do morto fingido, imaginando que ele fosse um morto de verdade. Em seguida saiu na disparada para o céu .
Naquele tempo, morava no céu o dono do fogo.
O Urubu veio logo, não perdeu tempo, trouxe o fogo debaixo das asas, amigos e familiares o acompanhavam. Segundo os índios, na época, Urubu era como gente tinha mãos e tudo. Mesmo morando no céu, comia carniça como hoje. Por ter mãos preparava o Moquém, uma grelha feita de varas que servia para assar e defumar a carne e o peixe.
Ele preparou o Moquém e colocou o fogo embaixo. Soprou, soprou e o fogo bastante vermelho, muito quente. Baíra não mexia-se, porém abria um dos olhos e espiava, espiava,
para aprender a mexer com o fogo. Quando estava aceso Urubu chamou os filhos para olharem o fogo.
De repente Baíra mexeu-se, sem querer. Os filhos de Urubu olharam o fogo e avisaram:
―Papai o homem se mexeu!
Urubu não acreditou. Para que não incomodassem, mandou os filhos caçarem moscas azuis,
com as flechinhas que havia lhes dado. Os pequenos se distraíram, caçando moscas, e esqueceram o fogo.
Vendo sob o moquém as labaredas bem avermelhada, Baíra se levantou, de repente, e roubou o fogo. Na mesma hora ele fugiu. Urubu, ao ver aquilo, avisou sua gente. Foram todos juntos a procura do ladrão. Baíra escondeu-se no oco de uma árvore, Urubu e sua gente meteram-se também no oco do pau, para escapulir, Baíra saiu pelo outro lado e entrou em um matagal que havia por perto.
Urubu quis adentrar pelo mato, mas fracassou, devido as asas que o atrapalhava. Foi desta forma que Baíra pode fugir e encontrar a margem de um rio muito largo.Do lado de lá estava todo o seu povo, a tribo dos Parintintins, mas o rio era tão largo que ele não podia atravessar.
Queria entregar o fogo mas o rio o separava. Chamou a cobra surradeira, uma espécie de cobra que corre muito, e falou:
―Aqui está o fogo. É necessário levá-lo para minha gente que fica do outro lado do rio. Vá rápido, para que o fogo não apague.
Colocou o fogo aceso nas costas da surradeira, e ordenou que levasse através da água. A cobra, ouvindo a ordem de Baíra, partiu rápido, mas infelizmente não chegou ao lado oposto.
Baíra puxou o fogo com uma vara, que tinha a ponta em gancho, e chamou o camarão. Colocou o fogo em suas costas, ordenando que o levasse para sua gente, do lado oposto do rio. O camarão chegou até o meio do rio, mas, não suportando o calor, virou camarão cozido e ficou vermelho, e assim é até hoje.
Baíra puxou o fogo com a vara novamente, e chamou o caranguejo. Pois o fogo em suas costas, dizendo para levar o fogo a sua gente, do outro lado do rio. Depois, disse de si para si:
“O caranguejo, sim, é que vai levar o fogo para meu povo”.
Mas o caranguejo não suportou o calor e, chegando ao meio do rio, ficou todo vermelho como é até hoje.
Baíra não desistiu. Puxou o fogo para si e colocou as costas de uma saracura.
―Vou levar o fogo a sua gente do outro lado do rio-prometeu a ave ao grande herói.
Partiu em disparada,quasesem roçar a água,mas não teve tempo de alcançar o outro lado. Nem sentiu o calor do fogo nas costas ,começou a gritar:
―Não pode !socorro!socorro!
Baíra pegou o fogo e chamou o sapo-cururu. Este pegou o fogo e...pula-que-pula,nada-que-nada foi levando-o para os parintintim,que aguardaram a margem oposta . Chegou pertinho,mais estava exausto,não conseguia sair da água . Os índios levaram-no para a terra,e pegaram o fogo.
Feito isso,Baíra apertou o rio e fê-lo estreitar-se como um riacho. Deu um salto e chegou a margem oposta facilmente. Encontrou o seu povo,que festejou a façanha do herói durante uma semana,com festas e danças.
A partir daquele dia ,graças a Baíra os Parintins conheceram o fogo. Puderam assar o peixe e a caça moquém.
Cururu o sapo por ter levado o fogo virou o pajé. Por isso é chamado “ladrão do fogo”,e pode comer o foguinho dos vaga-lumes sem se quer se queimar.
Mas,quando faz frio,não há fogo que o aqueça. Aí,ele se recorda do fogo de verdade,e conta assim:
“― Sapo-cururu na beira do rio,quando o sapo canta,cururu tem frio”...



Reescrita de Lenda
Isabelly -5 Ano A

A lenda da melancia

Conta a lenda, que uma jovem índia da tribo Tupi,estava em busca de solucionar o problema da aldeia.
Em sua aldeia estavam passando necessidades por falta de água, devido a uma maldição lançada por Tupã.

A tribo tupi, não ajudava as outras aldeia e como castigo Tupã tirou-lhes a água

A jovem índia de nome Acianlme, era filha do cacique.

Ela era uma jovem guerreira, de olhos e cabelos negros, a boca vermelha e carnuda.

Acianlme, tinha o coração puro e não aceitava ver o seu povo sofrer.

Certa noite, Acianlme arrumou seu arco e flecha, pintou o seu corpo e saiu decidida a encontrar água.

Em meio á escuridão,ela ouvia o barulho das águas.
A jovem índia se animou e acelerou seus passos ,sem perceber pisou na cobra que era a guardiã das águas .Acianlme, mesmo ferida, enviou uma mensagem ao cacique, por meio de uma linda arara .
Ao perceber a aflição da arara, o Cacique ordenou que os guerreiros a seguissem.
Ao chegarem próximos do local, onde estavam as coisas de Acianlme, encontraram ramos verdes, com folhas e grandes frutos.
Deram-lhe o nome de melancia, ao abrirem o fruto e perceberem que era suculento e continha a água, que a jovem guerreira procurava.
Escrita coletiva de uma lenda- 5 ano A

COMO SURGIU A NOITE

Lenda indígena

Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giácomo.
Ilustrações de Heinz Budwig .
Edições Melhoramentos .
São Paulo, 1974.


No princípio, a noite ficava escondida no fundo das águas.
Então era sempre dia. Ainda não tinha animais.
A filha da Cobra Grande queria se casar. Ela queria iluminar o casamento com uma fogueira .
Então pediu para o noivo buscar a noite com o pai, no meio do rio.
Saíram três índios em busca do caroço de tucumã .
Assim foi, os índios pegaram o caroço e a Cobra Grande disse que não era para abrirem no caminho.
Os três índios muito curiosos, ao ouvirem barulhos que vinham do caroço, não resistiram e abriram.
Tudo ficou no escuro.
Em um piscar de olhos,as coisas se transformaram em animais e aves na mata e em peixes no rio.
O casamento saiu como a índia queria.
Depois de um tempo,a filha da Cobra Grande, viu a estrela d'alva e separou a noite do dia formando a madrugada .
Enrolou uns fios de cabelo e formou o pássaro cujubim e ordenou que cantasse ao amanhecer o dia.
Fez um outro pássaro o inambu e pediu para que cantasse a noite .
Os três índios que não obedeceram foram transformados em macacos da cara preta.
E foi assim que surgiu a noite e os animais.

Reescrita de lenda
Aluno Breno Henrique- 5ANO B

A ORIGEM DAS ESTRELAS

Conta a lenda que os índios caçavam , pescavam e guerreavam, mas na taba, nada faziam.
Dormiam apenas deitados em redes .
Só as mulheres trabalhavam .
Numa tarde com sol claro sem alimento, as mulheres saíram pela floresta em busca de milho.
Ao escurecer encontraram apenas algumas espigas de milho.
No dia seguinte resolveram levar os indiozinhos para ajuda-las.
Encontraram numa clareira um milharal . Os indiozinho recolheram o milho e saíram escondidos.
Ao chegar na taba pediu para que a avó fizesse bolo de milho e comeram tudo.
Se lembraram que a avó iria contar para suas mães,e cortaram-lhe a língua.
Ao voltar as mães, procuraram seus filhos. Eles com medo pediram ao colibri que amarrassem um cipó lá no céu.
As índias ficaram com medo e gritavam para que descessem,mas os indiozinhos subiam cada vez mais.
As índias subiram no cipó e eles cortaram, elas caíram de quatro no chão, virando onças.
E os curumins sem poder voltar, foram transformados em estrelas e estão sempre no alto,observando as mães.

Aluno:Guilherme
serie:5ano B.
Reescrita da lenda

A LENDA DO PAPAGAIO CRÁ- CRÁ

Conta a lenda que, antigamente, morava em um vilarejo um menino muito guloso. Tudo que via, queria comer, e a gula era tanta, a pressa de comer era tamanha, que ele tinha costume de engolir a comida sem mastigá-la.
Uma vez sua mãe encontrou frutos de batoí e assou-os na cinzas.
O filho, sem querer esperar, comeu todos os frutos, tirando-os diretamente do fogo e, como sempre, engoliu-os sem pestanejar.
Os frutos do batoí são frutos cuja polpa viscosa se mantém quentíssima por muito tempo. Comendo-os tão quentes, sapecaram-lhe a garganta, de forma que doía muito e queimavam-lhe o estomago.
O menino, tentando vomitar os frutos comidos, começou a fazer força para expulsá-los. Arranhando a garganta gruindo crá-crá-crá, mas os frutos não saíam... e entalaram na garganta sufocando-o.
No mesmo momento, cresceram-lhe as asas e as penas e ele tornou-se um papagaio .Voou para longe. Até hoje pode-se ouvi-lo vagando pelas matas do lugar; voando e gritando ´crá -crá-crá´!


Digitado por Ane e Gabrieli

Narciso

UM dia um homem chamado Narciso estava andando pela floresta e depois de algumas horas de caminhada, ele encontrou uma mulher muda que só repetia
as últimas sílabas das palavras e o nome dela era eco.
E ele disse:
Quem é você?
Você ! -disse Eco.
Apareça agora sua tola !
Tola! -disse Eco, saindo correndo envergonhada.
Ele disse.
Nunca irei me apaixonar.
Narciso estava com sede e foi em direção ao lago chegando lá viu seu reflexo e se apaixonou na mesma hora. Eros atirou uma flecha que foi direto ao seu coração. Depois de muitos dias, apaixonado pelo seu próprio reflexo, ele morreu la mesmo.
Eco vendo Narciso morto ficou chorando ao lado dele então cansada dormiu.
No dia seguinte quando acordou viu que Narciso não estava mais lá, mas em seu lugar havia uma flor.



Reescrita da lenda- Bruno Henrique Pereira Camilo

Santo Tomás e o boi que voava

Um dia na igreja São Domingos um frade estava sentado em sua cela quando um frade folgazão falou:
Vinde ver irmão Tomás, um boi voando!
Irmão Tomás saiu para fora e colocou a mão no olho e olhou para o céus procurando o boi que voava o frade folgazão se desmanchando de rir falou:
Ah tanta, fé irmão Tomás a crer que um boi voava?
Prefiro acreditar que um boi pudesse voar do que acreditar que um frade pudesse mentir.
Maria Rita- 5º ano A

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Os Diamantes

Segundo a lenda, um casal de índios vivia, juntamente com sua tribo, à beira de um rio da região Centro-Oeste. Ele, um guerreiro poderoso e valente, chamava-se Itagibá, que significa "braço forte". Ela, uma jovem e bela moça, tinha o nome de Potira, que quer dizer "flor". Viviam os dois muito felizes, quando sua tribo foi atacada por outros selvagens da vizinhança. Começou a guerra e Itagibá teve que acompanhar os outros guerreiros que iam lutar contra o inimigo. Quando se despediram, Potira não deixou cair uma só lágrima, mas seguiu, com o olhar muito triste, o marido que se afastava em sua canoa que descia o rio. Todos os dias, Potira, com muita saudade, ia para a margem do rio, esperar o esposo. Passou-se muito tempo. Quando os guerreiros da tribo regressaram à sua taba, Itagibá não estava entre eles. Potira soube, então, que seu marido morreu lutando bravamente. Ao receber essa notícia, a jovem índia chorou muito. E passou o resto da vida a chorar. Tupã, o deus dos indíos, ficou com dó e transformou as lágrimas de Potira em diamantes, que se misturaram com a areia do rio. É por isso, dizem, que os diamantes são encontrados entre os cascalhos e areias do rio. Os diamantes são as lágrimas de saudade e de amor da índia Potira.

A Lenda do Guaraná

Um casal de índios pertencente a tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos mas desejavam muito ser pais. Um dia eles pediram a Tupã para dar a eles uma criança para completar aquela felicidade. Tupã , o rei dos deuses, sabendo que o casal era cheio de bondade, lhes atendeu o desejo trazendo a eles um lindo menino.
O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom.
No entanto, Jurupari , o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia , e decidiu ceifar aquela vida em flor.
Um dia , o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente.
A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos.
Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino.
Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com um arilo em seu redor, imitando os olhos humanos.
(Lenda indígena )